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FEATI-FACULDADE EDUCAO, ADMINISTRAO E TECNOLOGIA DE IBAITI CURSO: DISCIPLINA: CONTABILIDADE DE CUSTOS PROFESSORA: ARLETE KOROVISK DOS SANTOS
INTRODUO
1.APURAO DO CUSTO DA PRODUO SERVIOS:ASPECTOS INTRODUTRIOS: DOS BENS E
2 Segundo OLIVEIRA, Lus Martins de (Pg.15-17). A Globalizao da Economia trouxe como uma das principais mudanas a eliminao das chamadas fronteiras econmicas e financeiras, exigindo do empresrio uma atuao mais dinmica, abrangente e competitiva. Podendo atuar em novos mercados, as grandes corporaes multinacionais sentiram rapidamente a necessidade de modificar seus conceitos operacionais e produtivos, visando principalmente reduo dos gastos, para possibilitar sua sobrevivncia e crescimento em um novo mercado, caracterizado pela maior exigncia dos consumidores. Principalmente nos pases ou nas regies que se encontram com grandes nveis de desemprego, em economias recessivas ou estabilizadas, tornou-se bastante difcil para as empresas a conquista de novos clientes e a manuteno dos antigos. Pode-se afirmar, portanto, que todos os fatores apresentados so diretamente responsveis por uma das grandes mudanas no objeto de preocupao da maioria dos empresrios dos tempos modernos, que a necessidade de excelente gerenciamento de seus custos de produo de bens e servios. Historicamente, as chamadas atividades industriais tiveram grande desenvolvimento baseada na criao de novas mquinas e equipamentos, para atender s necessidades de um crescente segmento da sociedade, j a partir do incio do sculo XVIII. Essa crescente mecanizao da produo, que at ento era artesanal e familiar, teve significativo impacto nas relaes de troca e de trabalho, culminando com o movimento conhecido como Revoluo Industrial na segunda metade daquele sculo, na Inglaterra, que rapidamente se espalhou pelas demais naes ou regies do mundo, principalmente pelos pases mais ricos e adiantados da Europa e pelos Estados Unidos. Como uma das inevitveis conseqncias do surgimento das primeiras fbricas, e com a constante expanso do mercado consumidor para os produtos industrializados, em todos os nveis, as empresas sentiram a necessidade de diversificar e sofisticar seus processos produtivos, com o emprego de novas mquinas e mo de obra de terceiros. A evoluo natural da sociedade trouxe, evidentemente, grandes concentraes de capital de determinadas famlias de empresrios e de banqueiros, nascendo os primeiros grandes grupos empresariais, com suas atividades dispersas. Principalmente nos Estados Unidos, j no incio do sculo XX, surgiram as atuais grandes corporaes, tais como Ford, GM, Coca-Cola, entre outras. O crescimento das atividades, a diversificao dos negcios, a disperso geogrfica, a sofisticao das finanas e da produo exigiram a delegao para pessoas estranhas s famlias de parte dos controles e do gerenciamento das atividades administrativas, financeiras e produtivas da empresa. Naturalmente, foi cada vez mais crescente e significativa a necessidade da implantao de eficientes sistemas de relatrios gerenciais, para subsidiar as tomadas de decises dos donos do capital, impossibilitados de participar rotineiramente de todas as fases dos processos administrativos e produtivos.
3 A introduo dos controles internos em todos os nveis j uma preocupao antiga dos empresrios, de acordo com alguns autores, como segue: "...As primeiras organizaes comerciais americanas a desenvolverem sistemas de contabilidade gerencial foram as tecelagens de algodo mecanizadas e integradas, surgidas aps 1812. Elas utilizavam contas de custos para avaliar a mo-de-obra direta e custos gerais na converso das matrias-primas em fios e tecidos acabados. Antes da Revoluo Industrial, a contabilidade era sobretudo um registro das relaes externas de uma unidade comercial.. Com o advento das operaes produtivas de larga escala, surgiu a necessidade de maior nfase na contabilidade voltadas aos interesses dentro da unidade competitiva e ao uso de registros como meio de controle administrativo das empresas." 2. AS RELAES ENTRE A CONTABILIDADE FINANCEIRA, A DE CUSTOS E A GERENCIAL: 2.1.CONTABILIDADE GERAL OU FINANCEIRA: A Contabilidade Financeira tem por objetivo controlar o patrimnio das empresas e apurar o resultado( variao do patrimnio). Ela deve tambm prestar informaes a usurios externos que tenham interesse em acompanhar a evoluo da empresa, tais como entidades financeiras que iro lhe conceder emprstimos, debenturistas e quaisquer pessoas que desejem adquirir aes da empresa (se ela for uma companhia aberta). A Contabilidade Financeira exerce esta funo atravs da utilizao da escriturao contbil pelo mtodo das partidas dobradas, que tem como corolrio a elaborao das demonstraes contbeis: Balano Patrimonial, Demonstrao do Resultado do Exerccio, Demonstrao de Lucros ou Prejuzos Acumulados, Demonstrao de Origens e Aplicaes de Recursos e a Demonstrao das Mutaes do Patrimnio Lquido. Estas demonstraes contbeis devem ser elaboradas com base nos princpios contbeis geralmente aceitos, para fins de homogeneizao e uso na comparao com outras empresas ou com o desempenho da prpria empresa em outro perodo de tempo. fcil perceber que a avaliao dos estoques desempenha um papel fundamental na apurao do resultado da empresa comercial, uma vez que influencia no valor do lucro bruto, diretamente e a apurao do resultado do exerccio, indiretamente. 2.2. CONTABILIDADE DE CUSTOS: Com o advento da Revoluo Industrial e a conseqente proliferao das empresas industriais, a Contabilidade viu-se s voltas com o problema de adaptar os procedimentos de apurao do resultado em empresas comerciais(que apenas revendiam mercadorias compradas de outrem) para as empresas industriais, que adquiriam matrias-primas e utilizavam fatores de produo para transforma-las em produtos destinados venda. A soluo natural para o problema foi usar o mesmo esquema das empresas comerciais para a apurao do resultado, substituindo o item "Compras"
4 pelo pagamento dos fatores que entraram na produo: matria-prima consumida, salrio dos trabalhadores da produo, energia eltrica e combustveis utilizados, enfim todos os gastos que foram efetuados na atividade industrial e que foram denominados de "Custos de Produo". O ramo da contabilidade que controlava estes gastos passou a chamar-se "Contabilidade de Custos". A Contabilidade de Custos, nos seus primrdios, teve como principal funo a avaliao de estoques em empresas industriais, que um procedimento muito mais complexo do que na comerciais, uma vez que envolve muito mais que a simples compra e revenda de mercadorias, so feitos pagamentos a fatores de produo tais como, salrios, aquisies e utilizao de matrias-primas etc. Ademais, estes gastos devem ser incorporados ao valor dos estoques das empresas no processo produtivo, por ocasio do encerramento do balano haver dois tipos de estoque: produtos que ainda no esto acabados( produtos em elaborao) e produtos prontos para venda (produtos acabados). A soluo adotada para apurar o resultado na empresa industrial foi similar utilizada na contabilidade comercial: avaliam-se os estoques inicial e final ( produtos acabados e em elaborao) e substitui-se a conta compras pelos gastos efetuados na produo: CPV = ESTOQUES INICIAIS + GASTOS NA PRODUO ESTOQUES FINAIS LB = VENDAS CUSTO DOS PRODUTOS VENDIDOS Diminuindo-se o valor do CPV da Receita Lquida de Vendas, obtm-se o Resultado Bruto Industrial e deduzindo-se deste as Despesas Comerciais, Administrativas e Financeiras, tem-se o Resultado Lquido, semelhana das empresas comerciais.
CONTABILIDADE DE CUSTOS OBJETIVOS APURAO DO CUSTO DOS PRODUTOS E DOS DEPARTAMENTOS; ATENDIMENTO DE EXIGNCIAS CONTBEIS E DE AUDITORIA; ATENDIMENTO DE EXIGNCIAS FISCAIS; CONTROLE DOS CUSTOS DE PRODUO CONTROLE DA MOVIMENTAO INTERNA E EXTERNA DAS MERCADORIAS;
5 MELHORIA DE PROCESSOS E ELIMINAO DE DESPERDCIOS; AUXILIO NA TOMADA DE DECISES GERENCIAIS; ATRIBUIO DE RESPONSABILIDADE ENTRE OS DIVERSOS EXECUTIVOS E DOS DEPARTAMENTOS ENVOLVIDOS; SUBSDIO DO ESTABELECIMENTO DOS PREOS DE VENDAS;
Observa-se que o Custo de Produo do perodo, ou seja, todos os gastos incorridos com a produo industrial, foram totalmente absorvido, seja pelos estoques finais de produtos, seja pelo custo dos produtos vendidos. Este tipo de custeamento chama-se CUSTEIO POR ABSORO, originou-se da analogia com a Contabilidade Geral e normalmente exigido pela auditoria externa das companhias abertas e pela legislao do Imposto de Renda. O Custeio por Absoro est baseado nos seguintes Princpios Contbeis Geralmente Aceitos: - Princpio do Registro pelo Valor Original: os estoques e o resultado da empresa industrial so avaliados pelo custo histrico, no sendo corrigidos quando h variao do preo dos fatores de produo entre a aquisio e o levantamento do balano patrimonial. - Princpio da Competncia: todos os gastos com a produo que no tiverem correspondncia com as receitas obtidas pela empresa no perodo devem ser incorporados ao valor dos estoques. 2.3. CONTABILIDADE GERENCIAL: tem por objetivo fornecer informaes extradas dos dados contbeis, que ajudem os administradores das empresas no processo de tomada de decises tais como: - Se a capacidade de produo da fbrica insuficiente para atender todos os pedidos dos clientes, qual produto ou linha de produtos deve ser cortado? - Como fixar o preo de venda de um produto? - Deve-se continuar comprando matrias-primas de terceiros ou interessa fabric-las na prpria empresa? - Deve-se comprar equipamento novo ou reformar o antigo? - Deve-se aceitar um pedido de compra do exterior a um preo inferior ao de venda no mercado interno? - Quais os produtos da empresa que lhe do lucro ou prejuzo? tambm objetivo da Contabilidade Gerencial fornecer informaes para os administradores da empresa que lhes permitam gerenciar o desempenho da mesma, avaliando se foram cumpridas as metas previstas no oramento (funo de controle). CONTABILIDADE FINANCEIRA -OBJETIVOS CONTROLAR O RESULTADO. PATRIMNIO DAS EMPRESAS E APURAR O
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PRESTAR INFORMAES AOS USURIOS EXTERNOS QUE TENHAM INTERESSE EM ACOMPANHAR A EVOLUO DA EMPRESA. OS NMEROS DA EMPRESA
Alm de conhecer o mercado e situa-se nele, o empreendedor tem de saber com clareza o que ocorre com os nmeros de sua empresa. Para isto, precisamos conhecer algumas definies: CUSTO FIXO: a soma de todas as despesas mensais de uma empresa que esteja funcionando, mesmo que no venda ou no preste nenhum servio. so as despesas de aluguel, material de escritrio, iptu, luz, gua, telefone, etc. Dependendo do tipo de negcio, algumas despesas podem ser divididas entre custo fixo e varivel. As despesas de luz e gua que variam de acordo com a produo, venda ou prestao de servio, no so consideradas como um custo fixo. Elas fazem parte do custo varivel, porque variam de acordo com o que produzido. Numa lavanderia, por exemplo, a gua e a energia que so gastas para lavar e passar a roupa so partes do custo varivel. J a gua e a energia eltrica utilizadas no escritrio dessa mesma lavanderia, so partes do custo fixo. CUSTO VARIVEL: o custo do material e dos insumos, ou seja, tudo que consumido para voc produzir ou prestar um servio. Os impostos pela venda da mercadoria ou pelo servio tambm sero parte do seu custo varivel. PR-LABORE: remunera o trabalho do proprietrio ou scios que gerenciam a empresa, um custo fixo, uma espcie de salrio dos donos da empresa. LUCRO: o lucro remunera a empresa e o capital investido. Na hora de investir em novos equipamentos ou tirar a firma do sufoco num momento de crise, ao invs de pedir um emprstimo, voc pode usar o LUCRO. O lucro deve ser usado para comprar equipamentos, expandir os negcios, servir como uma reserva para momentos difceis. MARGEM DE CONTRIBUIO: a diferena entre o preo de venda e o custo varivel de um produto ou servio. Este valor contribui para o pagamento do custo fixo da empresa. Conhecer a Margem de Contribuio de um produto serve para saber se o preo de venda paga o custo varivel do produto. Serve tambm para saber se o preo de venda suficiente para cobrir o custo fixo da empresa e gerar lucro. MARGEM DE CONTRIBUIO= PREO DE VENDA - CUSTO VARIVEL PONTO DE EQUILBRIO ponto de equilbrio em quantidade
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o nmero de unidades que voc precisa vender para cobrir o custo fixo da empresa. passos para calcular o ponto de equilbrio: 1.anotar o custo fixo do seu negcio. 2.anotar a margem de contribuio que voc calculou para o seu produto. 3.dividir o custo fixo pela margem de contribuio. CUSTO FIXO : MARGEM DE CONTRIBUIO= QUANTIDADE DE PRODUTOS PARA COBRIR O CUSTO FIXO ponto de equilbrio em valor monetrio o quanto a empresa precisa faturar para cobrir todas as despesas, sem ganhar nem perder nada. Para calcular o Ponto de Equilbrio em valor monetrio temos de encontrar, primeiro, o ndice de Margem de Contribuio. INDICE DE MARGEM DE CONTRIBUIO:
o valor percentual, sobre o preo de venda, com que cada produto ou servio contribui para saldar o custo fixo da empresa. passos para calcular o ndice de margem de contribuio 1o descobrir a margem de contribuio por produto; 2o - dividir a margem de contribuio pelo preo de venda, para encontrarmos o ndice de margem de contribuio por produto. IND.MC P/PRODUTO= MARGEM CONTR.P/PRODUTO PREO DE VENDA POR PRODUTO PONTO DE EQUILBRIO EM VALOR MONETRIO PEVM= CUSTO FIXO IND.M.C.P/PRODUTO O RESULTADO DA EMPRESA
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PARA CALCULARMOS O RESULTADO DA EMPRESA UTILIZAMOS AS SEGUINTES FRMULAS: M.C..P/PRODUTO= PREO DE VENDA P/PROD. CUSTO VARIVEL P/PROD. M.C.TOTAL P/PRODUTO= M.C.P/PRODUTO x QUANT.VENDIDA P/PROD. LUCRO OU PREJUZO= M.C. TOTAL CUSTO FIXO ANLISE DE CUSTOS Pgina 190 a 232 do livro texto Contabilidade de Custos para no contadores. E livro de exerccios captulos 13, 14, 15 e 16 CLASSIFICAO DOS CUSTOS PRODUTOS FABRICADOS 1.custos diretos so aqueles que podem ser apropriados diretamente aos produtos fabricados, porque h uma medida objetiva de seu consumo nesta fabricao. ex: matria-prima, mo-de-obra direta, material de embalagem, depreciao de equipamento, energia eltrica das mquinas, etc. 2.custos indiretos: so custos que dependem de clculos, rateios ou estimativas para serem apropriados aos diferentes produtos, portanto, so custos apropriados indiretamente aos produtos. ex: depreciao de equipamentos que so utilizados na fabricao de mais de um produto, salrios dos chefes de superviso de equipes de produo, aluguel da fbrica, gastos com limpeza da fbrica, etc. classificao dos custos em relao aos nveis de produo. 1.custos fixos: so aqueles cujos valores so os mesmos qualquer que seja o volume de produo da empresa.ex. aluguel da fbrica, etc. 2. custos variveis: so aqueles cujos valores se alteram em funo do volume de produo da empresa. ex. matria-prima consumida, materiais indiretos consumidos, etc. EM RELAO APROPRIAO AOS
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3.custos semivariveis: so custos que variam com o nvel de produo que, entretanto, tm uma parcela fixa mesmo que nada seja produzido. ex. conta de energia eltrica. CUSTOS DE PRODUO TERMINOLOGIA DE BENS E SERVIOS: CONCEITOS E
1.DESEMBOLSOS: SO AS SADAS DE DINHEIRO DO CAIXA OU DAS CONTAS BANCRIAS DAS EMPRESAS, OU SEJA, ENTREGA A TERCEIROS DE PARTE DOS NUMERRIOS DA EMPRESA. OS DESEMBOLSOS OCORREM EM VIRTUDE DO PAGAMENTO DE COMPRAS EFETUADAS A VISTA OU DE UMA ASSUMIDA OBRIGAO ANTERIORMENTE.. CLASSIFICAO DOS DESEMBOLSOS: A)DESEMBOLSOS ANTECIPADOS AOS GASTOS EXEMPLOS: * COMPRAS DE MATRIAS-PRIMAS A VISTA, EM MAIO, PARA GASTO/ CONSUMO PELA FBRICA EM JULHO; *COMPRAS DE MATERIAIS CIRRGICOS POR UM HOSPITAL, EM AGOSTO, PAGAS A A VISTA, CUJOS MATERIAIS SERO UTILIZADOS PELOS MECNICOS;
B) DESEMBOLSOS NO MOMENTO DOS GASTOS * AQUISIO DE PEAS, A VISTA, PARA MANUTENO DE UMA AERONAVE, AS QUAIS SERO IMEDIATAMENTE UTILIZADA PELOS MECNICOS; * PAGAMENTO A VISTA DAS REFEIES PELOS OPERRIOS DE UMA CONSTRUTORA; CONSUMIDAS DIARIAMENTE
C) DESEMBOLSOS DEPOIS DA OCORRNCIA DOS GASTOS- PAGAMENTOS A PRAZO:
10 * COMPRAS DE MATRIAS-PRIMAS EM JUNHO QUE SERO CONSUMIDAS PELA FBRICA NO PRPRIO MS, MAS CUJO PAGAMENTO AO FORNECEDOR OCORRER EM AGOSTO; * PAGAMENTO DE DESPESAS E CUSTOS PROVISIONADOS NO PERODO ANTERIOR; 2. GASTOS: o consumo genrico de bens e servios ou dos fatores de produo. exemplos de gastos: matria-prima consumida no processo produtivo; material de expediente consumido no processo administrativo; servios de fretes consumidos no processo de venda; energia eltrica consumida na rea industrial;
3.CUSTOS : SO OS GASTOS RELATIVOS A BEM OU SERVIO UTILIZADO NA PRODUO DE OUTROS BENS E SERVIOS; SO TODOS OS GASTOS RELATIVOS ATIVIDADE DE PRODUO; DIVIDE-SE EM; 3.1.CUSTOS DA PRODUO DE BENS OU CUSTO INDUSTRIAL: compreendem todos os gatos relativos aos bens e servios (recursos) consumidos na produo de outros bens. so tambm conhecidos como fatores de produo.ex materiais auxiliares; matrias-primas consumidas; materiais de embalagens; mo-de-obra produtiva, ou dos departamentos diretamente ligados a produo; mo-de-obra dos departamentos no produtivos ou auxiliares da produo; mo-de-obra da gerncia e superviso da fbrica; salrios e benefcios da diretoria industrial; custos gerais de fa bricao: depreciao, energia eltrica, gua, etc. seguros;
3.2. CUSTOS DA PRESTAO DE SERVIOS: compreende todos os gastos relativos aos bens e servios consumidos na prestao de servios.ex:
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materiais ou peas utilizados na prestao dos servios: ex. cimento, areia, ferro (construo civil). mo-de-obra produtiva, ou dos departamentos diretamente ligados prestao dos servios.ex. mdicos dos hospitais; mo-de-obra dos departamentos auxiliares da produo; gerncia e superviso dos servios prestados; custos gerais da prestao dos servios. depreciao, energia eltrica, sistemas de informtica, etc).
4. DESPESAS: so gastos ocorridos nas reas administrativas, financeiras e comerciais, ou seja, fora da fbrica, com o objetivo de gerar receitas ou manter a atividade geradora de receitas. as empresas comerciais tem despesas para gerar receitas; as empresas industriais tem despesas para gerar as receitas e custos para a produo de seus bens/ produtos acabados; as empresas prestados de servios, por sua vez, tm despesas para gerar as receitas e os custos para a prestao dos servios;
5. CUSTO DAS MERCADORIAS OU PRODUTOS VENDIDOS E DOS SERVIOS PRESTADOS: representam o montante dos gastos incorridos no processo de aquisio ou produo de bens que foram consumidos para que a empresa pudesse gerar a receita de venda ou no processo de prestao de servios para que a empresa pudesse gerar receita de prestao de servios. 6. CUSTO NA AQUISIO DE IMOBILIZADO: so gastos incorridos na obteno de bens, para uso nas atividades administrativas, comerciais e produtivas. ex. terrenos, prdios, mquinas, veculos, computadores, mveis e utenslios, etc. 7. CUSTO DE AQUISIO DE MERCADORIAS: so gastos incorridos na obteno das mercadorias destinadas revenda pelas empresas comerciais. 8. CUSTO DA AQUISIO DE INVESTIMENTOS OU APLICAES FINANCEIRAS: so gastos incorridos em aplicaes de carter especulativo ou permanente, como aplicaes no mercado financeiro, mercado de capitais, participaes societrias na compra de aes, mercado de ouro e outros metais preciosos, compras de obras de arte, imveis para fins de locao, etc.
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9.CUSTOS NA UTILIZAO DO ATIVO IMOBILIZADO/ DEPRECIAO: 10. PERDAS: so gastos anormais ou involuntrios que no geram um novo bem ou servio e tampouco geram receitas e so apropriados diretamente no resultado do perodo em que ocorrem. ex: material com prazo de validade vencidos; gastos incorridos em perodos de paralisao de produo por falta de insumos; vazamento de materiais lquidos ou gasosos; problemas com equipamentos, greves, enchentes, inundaes, sinistros, etc.
11.DESPERDCIOS: so os gastos incorridos no processo produtivo ou de gerao de receitas e que possam ser eliminados sem prejuzo da qualidade ou quantidade de bens, servios ou receitas geradas. na economia atual, manter desperdcios sinnimo de prejuzo, pois no podero ser repassados para os preos. ex: retrabalho decorrente de defeitos de fabricao; estocagem e movimentao desnecessria de materiais e produtos; relatrios financeiros, administrativos e contbeis sem qualquer utilizade; cargos intermedirios de chefia e superviso desnecessrios. EXERCCIOS PARA FIXAO:
A) CLASSIFIQUE OS GASTOS EM: (I ) - INVESTIMENTOS ( C)-CUSTOS (D)-DESPESAS (P)- PERDAS (DB)-DESEMBOLSO (NDB)-NO DESEMBOLSO 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Compra, vista, de um computador ( ), ( ) Compra, a prazo, de matrias-primas ( ), ( ) Transferncia de matrias-primas do almoxarifado para a produo ( ), ( ) Transferncia de materiais secundrios do almoxarifado para a produo ( ), ( ) Pagamento de prmios de seguros, cobrindo a fbrica e os imveis da administrao comercial e financeira, com vigncia de um ano a partir da contratao ( ), ( ) Compra, vista, de materiais secundrios( ) , ( ) Apropriao do seguro da fbrica produo num determinado ms ( ), ( ) Apropriao do seguro da administrao ( ), ( ) Pagamento de energia eltrica relativa s instalaes industriais ( ), ( )
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10. Pagamento de energia eltrica relativa ao escritrio de vendas ( ), ( ) 11. Apropriao dos gastos de mo-de-obra(inclusive encargos sociais) relativos ao pessoal de venda ( ), ( ) 12. Idem ao 11, relativos ao pessoal da produo ( ), ( ) 13. Pagamento de encargos financeiros relativos compra de matrias-primas ( ), ( ) 14. Pagamento de taxas sobre tales de cheques nos bancos ( ), ( ) 15. Apropriao, produo, de honorrios da diretoria industrial ( ), ( ) 16. Despesas vista com refeies do pessoal da fbrica ( ), ( ) 17. Idem 16, com pessoal de vendas ( ), ( ) 18. Depreciao de mveis e utenslios da rea comercial e administrativa ( ) 19. Idem 18, da rea de produo ( ), ( ) 20. Pagamento de fretes e carretos sobre os produtos vendidos pela fbrica ), ( ) 21. Constituio de provises para 13o e frias do pessoal da fbrica ( ), ( ) 22. Idem, do pessoal da administrao comercial ( ), ( ) 23. Danificao de matrias-primas em funo de um incndio ( ), ( ), ( ) 24. Gasto j pago com mo-de-obra da fbrica num perodo de greve(acordo com o sindicato resultou no pagamento de dias parados) ( ), ( ), ( ) 25. Perda de matrias-primas num processo normal de produo ( ), ( ), ( ) 26. Embalagem utilizada em produto aps o processo de produo ( ), ( ) 27.Embalagem utilizada em produto no decorrer do processo de produo ( ), ( )
CLASSIFICAO DOS CUSTOS EM RELAO APROPRIAO AOS PRODUTOS FABRICADOS 1.CUSTOS DIRETOS SO AQUELES QUE PODEM SER APROPRIADOS DIRETAMENTE AOS PRODUTOS FABRICADOS, PORQUE H UMA MEDIDA OBJETIVA DE SEU CONSUMO NESTA FABRICAO. EX: matria-prima, mo-de-obra direta, material de embalagem, depreciao de equipamento, energia eltrica das mquinas, etc. 2.CUSTOS INDIRETOS: SO CUSTOS QUE DEPENDEM DE CLCULOS, RATEIOS OU ESTIMATIVAS PARA SEREM APROPRIADOS AOS DIFERENTES PRODUTOS, PORTANTO, SO CUSTOS APROPRIADOS INDIRETAMENTE AOS PRODUTOS. EX: depreciao de equipamentos que so utilizados na fabricao de mais de um produto, salrios dos chefes de superviso de equipes de produo, aluguel da fbrica, gastos com limpeza da fbrica, etc. CLASSIFICAO DOS CUSTOS EM RELAO AOS NVEIS DE PRODUO. 1.CUSTOS FIXOS:
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SO AQUELES CUJOS VALORES SO OS MESMOS QUALQUER QUE SEJA O VOLUME DE PRODUO DA EMPRESA. a soma de todas as despesas mensais de uma empresa que esteja funcionando, mesmo que no venda ou no preste nenhum servio. Ex. aluguel da fbrica, etc. 2. CUSTOS VARIVEIS: SO AQUELES CUJOS VALORES SE ALTERAM EM FUNO DO VOLUME DE PRODUO DA EMPRESA. Ex. matria-prima consumida, materiais indiretos consumidos, etc. 3.CUSTOS SEMIVARIVEIS: SO CUSTOS QUE VARIAM COM O NVEL DE PRODUO QUE, ENTRETANTO, TM UMA PARCELA FIXA MESMO QUE NADA SEJA PRODUZIDO. Ex. Conta de Energia Eltrica. 4. CUSTOS SEMIFIXOS OU CUSTOS POR DEGRAUS OU CUSTOS MISTOS:
SO CUSTOS QUE SO FIXOS NUMA DETERMINADA FAIXA DA PRODUO, MAS QUE VARIAM SE H UMA MUDANA DESTA FAIXA. Ex. necessidade de supervisores de produo da Cia.EDSIL expressa na tabela a seguir: 5.DESPESAS FIXAS E VARIVEIS: AS DESPESAS TAMBM PODEM RECEBER ESTA CLASSIFICAO DE VARIVEIS E FIXAS PORM DEFINIDAS EM FUNO DO VOLUME DE VENDAS E NO NO VOLUME DE PRODUO. Ex. comisses de vendedores- despesas variveis Aluguel do escritrio - despesas fixas CUSTEIO: A FORMA DE SE APURAR OS CUSTOS. A)CUSTEIO POR ABSORO OU CUSTEIO PLENO: CONSISTE NA APROPRIAO DE TODOS OS CUSTOS PRODUO DO PERODO. NO CUSTEIO POR ABSORO, TODOS OS CUSTOS SO ALOCADOS AOS BENS OU SERVIOS PRODUZIDOS, O QUE COMPREENDE TODOS OS CUSTOS VARIVEIS, FIXOS, DIRETOS OU INDIRETOS. OS CUSTOS DIRETOS, POR MEIO DA APROPRIAO DIRETA, ENQUANTO OS CUSTOS INDIRETOS, POR MEIO DE SUA ATRIBUIO COM BASE EM CRITRIOS DE RATEIOS.
15 PRINCPIO DA REALIZAO DA RECEITA: OCORRE A REALIZAO DA RECEITA QUANDO DA TRANSFERNCIA DO BEM OU SERVIO VENDIDO PARA TERCEIROS. PRINCPIO DA CONFRONTAO: AS DESPESAS DEVEM SER RECONHECIDAS MEDIDA QUE SO REALIZADAS AS RECEITAS QUE AJUDAM A GERAR (DIRETA OU INDIRETAMENTE). PRINCPIO DA COMPETNCIA: AS DESPESAS E RECEITAS DEVEM SER RECONHECIDAS NOS PERODOS A QUE COMPETIREM, OU SEJA, NO PERODO EM QUE OCORRER O FATO GERADOR. B)CUSTEIO VARIVEL: S SO APROPRIADOS PRODUO OS CUSTOS VARIVEIS. OS CUSTOS FIXOS SO CONTABILIZADOS DIRETAMENTE DBITO DA CONTA DE RESULTADO (JUNTAMENTE COM AS DESPESAS) SOB A ALEGAO DE QUE ESTES OCORRERO INDEPENDENTEMENTE DO VOLUME DE PRODUO DA EMPRESA. C) CUSTEIO PADRO: OS CUSTOS SO APROPRIADOS PRODUO NO PELO SEU VALOR EFETIVO MAS SIM POR UMA ESTIMATIVA DO QUE DEVERIAM SER. DEMONSTRAO DO RESULTADO DO EXERCCIO A FINALIDADE DA DRE MOSTRAR, EM DETALHES, O RESULTADO (LUCRO OU PREJUZO OBTIDO POR DETERMINADA EMPRESA EM DETERMINADO PERODO. A DRE UMA DEMONSTRAO DE FORMA ORDENADA, DAS RECEITAS E DESPESAS DA EMPRESA EM DETERMINADO PERODO( MENSAL, TRIMESTRAL, SEMESTRAL OU ANUAL). RECEITAS OPERACIONAIS: NORMAIS DA EMPRESA. SO AS DECORRENTES DAS OPERAES
APURAO DO CUSTO DE AQUISIO O CUSTO DE AQUISIO DEVE INCLUIR TODOS OS GASTOS NECESSRIOS PARA QUE A MERCADORIA CHEGUE AO ESTABELECIMENTO DA EMPRESA COMPRADORA.
16 NAS EMPRESAS INDUSTRIAIS, OS TRIBUTOS DIRETOS(ICMS E IPI), PAGOS PELA EMPRESA COMPRADORA EM DECORRNCIA DA AQUISIO DE MATRIAS-PRIMAS, MATERIAIS DE EMBALAGEM E DEMAIS MATERIAIS UTILIZADOS NA PRODUO REPRESENTAM CRDITOS DA EMPRESA COMPRADORA PARA COM O GOVERNO. TAIS CRDITOS SO COMPENSADOS POR OCASIO DA VENDA. OS VALORES DOS IMPOSTOS RECUPERVEIS NO DEVEM COMPOR OS CUSTOS, DEVERO SER REGISTRADOS NO "ATIVO". PREO CIF "COST, INSURANCE AND FREIGHT" CUSTO, SEGURO E FRETE O VALOR PAGO PELO COMPRADOR INCLUI O VALOR DO MATERIAL ADQUIRIDO MAIS O FRETE E O SEGURO. PREO FOB "FREE ON BOARD", POSTO A BORDO FOT "FREE ON TRUCK", POSTO NO CAMINHO O VALOR PAGO PELO COMPRADOR INCLUI SOMENTE O MATERIAL. O GASTO COM FRETE E SEGURO DO COMPRADOR. A DIFERENA ENTRE UMA MODALIDADE E OUTRA EST NO FATO DE O PREO DE VENDA INCLUIR OU NO O VALOR DO FRETE E DO SEGURO DE TRANSPORTES. MTODOS DE AVALIAO DE ESTOQUES SO PROCEDIMENTOS NECESSRIOS AO REGISTRO DA MOVIMENTAO DOS ESTOQUES. OBJETIVAM, SEPARAR O CUSTO DOS MATERIAIS, DAS MERCADORIAS E DOS PRODUTOS ENTRE O QUE FOI CONSUMIDO OU VENDIDO E O QUE PERMANECEU EM ESTOQUE. 1. CUSTO MDIO PONDERADO CALCULADO PELA DIVISO DO SALDO TOTAL EM VALOR PELO SALDO EM QUANTIDADES. 2. PEPS ( PRIMEIRO A ENTRAR, PRIMEIRO A SAIR)
"First in, First Out" O SALDO EM ESTOQUES SO AVALIADOS PELOS CUSTOS DE AQUISIO MAIS RECENTES. AS MATRIAS-PRIMAS SO BAIXADAS DO ESTOQUE PELO CUSTO MAIS ANTIGO E, AS QUE PERMANECEM EM ESTOQUES FICAM AVALIADAS A CUSTOS MAIS RECENTES.
17 3.UEPS ( LTIMO A ENTRAR, PRIMEIRO A SAIR) "LAST IN, FIRST OUT'' NESTE MTODO A SADA DO MATERIAL SER AVALIADO PELO CUSTO DAS AQUISIES MAIS RECENTES E O ESTOQUE FINAL, PELO DAS MAIS ANTIGAS.
CUSTO DA MO-DE-OBRA, SALRIOS ENCARGOS SOCIAIS. O FISCO ACEITA COMO DEDUTVEIS, PARA FINS DE APURAO DO LUCRO REAL OU TRIBUTVEL, TODOS OS CUSTOS E AS DESPESAS DA EMPRESA COM FUNCIONRIOS, INCLUINDO OS ENCARGOS SOCIAIS, DESDE QUE: OS CUSTOS E AS DESPESAS SEJAM NECESSRIOS S ATIVIDADES DA EMPRESA; OS FUNCIONRIOS ESTEJAM ESTEJAM REGISTRADOS, RECOLHENDO OS IMPOSTOS E CUMPRINDO COM AS LEIS TRABALHISTAS MO-DE-OBRA DIRETA E INDIRETA *MO-DE-OBRA DIRETA: AQUELA RELATIVA AO PESSOAL QUE TRABALHA DIRETAMENTE SOBRE O PRODUTO EM ELABORAO, DESDE QUE SEJAM POSSVEIS A MENSURAO DO TEMPO DESPENDIDO E A IDENTIFICAO DE QUEM EXECUTOU O TRABALHO, SEM NECESSIDADE CRITRIO DE RATEIO PARA SUA APROPRIAO AO PRODUTO. *PROVISES: SO VALORES, NORMALMENTE ESTIMADOS PELO SETOR DE CONTABILIDADE DA EMPRESA; COBREM PERDAS PROVVEIS OU CARACTERIZAM A EXISTNCIA DE EXIGIBILIDADES, CUJOS MONTANTES POSSAM SER PREVIAMENTE CONHECIDOS E OU CALCULADOS. *OS DESEMBOLSOS FINANCEIROS COM 13O E FRIAS OCORREM EM DETERMINADOS MESES DO ANO, PARA FINS CONTBEIS, H NECESSIDADE DA CONSTITUIO MENSAL DAS PROVISES, TANTO PARA AS FRIAS COMO PARA O 13O SALRIO. *REGIME DE COMPETNCIA DE EXERCCIOS: ESTE PRINCPIO DETERMINA QUE AS RECEITAS E DESPESAS DEVEM SER INCLUDAS NA APURAO DO RESULTADO DO PERODO EM QUE OCORRERAM, INDEPENDENTEMENTE DE RECEBIMENTO OU PAGAMENTO.
18 *DEDUTIBILIDADE FISCAL DAS PROVISES PARA FRIAS E 13O SALRIO ; COM RELAO PROVISO PARA FRIAS, A LEGISLAO DO IMPOSTO DE RENDA MENCIONA QUE: O CONTRIBUINTE PODER DEDUZIR COMO CUSTO OU DESPESA OPERACIONAL, EM CADA EXERCCIO SOCIAL, IMPORTNCIA DESTINADA A CONSTITUIR PROVISO PARA PAGAMENTO DE REMUNERAO CORRESPONDENTE A FRIAS DE SEUS EMPREGADOS; O LIMITE DO SALDO DA PROVISO SER DETERMINADO COM BASE NA REMUNERAO MENSAL DO EMPREGADO E NO NMERO DE DIAS DE FRIAS A QUE J TIVER DIREITO NA POCA DO BALANO; AS IMPORTNCIAS PAGAS SERO DEBITADAS PROVISO, AT O LIMITE DO VALOR PROVISIONADO; AS EMPRESAS PODEM PROVISIONAR AS IMPORTNCIAS DESTINADAS AO PAGAMENTO DE FRIAS, NORMAIS E PROPORCIONAIS, ADQUIRIDAS AT A POCA DO BALANO, INCLUSIVE OS ENCARGOS SOCIAIS INCIDENTES SOBRE OS VALORES PROVISIONADOS, CUJO NUS CABE AO EMPREGADOR. OS ENCARGOS SOCIAIS SOBRE AS FRIAS CUJO NUS COUBER EMPRESA, INCLUINDO O ACRSCIMO DE UM TERO DO SALRIO. VANTAGENS NA UTILIZAO DO "CUSTEIO VARIVEL" * Primeiro: Impede que aumentos de produo que no correspondam a aumento de vendas distoram o resultado. * Segundo: uma ferramenta melhor para a tomada de decises dos administradores. O uso do Custeio por Absoro pode induzir a decises errneas sobre a produo. 2. DESVANTAGENS: 1. 2. No caso dos custos mistos(custos que tem uma parcela fixa e outra varivel) nem sempre possvel separar objetivamente a parcela fixa da parcela varivel. O Custeio Varivel fere os princpios contbeis, em especial os "Princpios da Realizao da Receita, de Competncia.
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