Aula 04 - SDCD - 7 Sistema Digital de Controle Distribudo -...

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Engenharia de Controle Prof. José Luiz Ferraz Barbosa 1 7 – Sistema Digital de Controle Distribuído - SDCD 7.1 – Histórico Como discutido, com o desenvolvimento dos transmissores, foi possível levar os sinais da variável de processo até uma sala de controle central onde os controladores/indicadores realizariam as devidas correções e os sinais retornariam ao campo para atuar os elementos finais de controle. Com o advento da instrumentação eletrônica o inconveniente do tempo de resposta foi ultrapassado visto que a velocidade de propagação dos sinais eletrônicos é muito rápida, sendo então a distancia entre campo e sala de controle quase que desprezível. Essa evolução que se faz presente ate hoje, tem ainda um inconveniente de que numa unidade fabril não existe somente uma sala de controle, mas várias. Cada uma concentra informações sobre determinada área da planta industrial, outra sala de controle, outra área e assim por diante. A não existência de uma única sala de controle se deve a fatores técnicos, custos mas principalmente os operacionais.
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Engenharia de Controle Prof. José Luiz Ferraz Barbosa 2 Os fatores técnicos se justificam basicamente que mesmo utilizando instrumentação eletrônica, o tempo de resposta praticamente é nulo, mas grandes distancias irão fazer os sinais percorrem diversos pontos da fabrica até a chegada na sala de controle. Isso poderá gerar degradação dos sinais devidos a ruídos induzidos, resistência e capacitâncias elevadas nos cabos de sinais, etc. Outro fator que pesa é o custo de implementação de uma sala de controle pois o material, equipamentos e mão de obra envolvidos numa instalação desse tipo é muito mais onerosa quanto maior for a distância envolvida. Antigamente, o fator operacional que pesava era que mesmo na sala de controle tendo somente os controladores, indicadores e registradores; o tamanho desses painéis começava a ficar muito grande o que dificultava enormemente o trabalho do operador, podendo o mesmo incorrer em erros de operação pela atuação em um controlador errado por exemplo, devido ao fato dos instrumentos ficarem alinhados um ao lado do outro. Uma forma de contornar esse inconveniente foi o uso de painéis gráficos, onde os instrumentos eram montados diretamente num painel sinóptico da planta. Isso era excelente do ponto de vista operacional, pois o operador ao atuar num controlador pelo sinótico já percebia suas conseqüências no processo.
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Engenharia de Controle Prof. José Luiz Ferraz Barbosa 3 A grande desvantagem desse sistema é justamente o enorme espaço que esse painel ocuparia tornando-o inviável em processos com portes consideráveis. Com a chegada dos instrumentos micro-processados o problema de espaço foi
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