NBR-_5419_(2005)_Sistema_Proteção_contra_Descargas_Atmosféri

316 tenso de eletrodo de aterramento diferena de

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Unformatted text preview: eletrodo de aterramento considerado e o terra de referncia. 2 ABNT 2005 - Todos os direitos reservados Cpia no autorizada ABNT NBR 5419:2005 3.17 terra de referncia (de um eletrodo de aterramento): Regio na terra, suficientemente afastada do eletrodo considerado, na qual a diferena de potencial entre dois pontos quaisquer, causada pela corrente nesse eletrodo, desprezvel. 3.18 componente natural de um SPDA: Componente da estrutura que desempenha uma funo de proteo contra descargas atmosfricas, mas no instalado especificamente para este fim. NOTA Exemplos de componentes naturais: a) b) c) coberturas metlicas utilizadas como captores; pilares metlicos ou armaduras de ao do concreto utilizadas como condutores de descida; armaduras de ao das fundaes utilizadas como eletrodos de aterramento. 3.19 instalaes metlicas: Elementos metlicos situados no volume a proteger, que podem constituir um trajeto da corrente de descarga atmosfrica, tais como estruturas, tubulaes, escadas, trilhos de elevadores, dutos de ventilao e ar-condicionado e armaduras de ao interligadas. 3.20 massa (de um equipamento ou instalao): Conjunto das partes metlicas no destinadas a conduzir corrente, eletricamente interligadas, e isoladas das partes vivas, tais como invlucros de equipamentos eltricos. 3.21 ligao eqipotencial (LEP ou TAP): Barra condutora onde se interligam ao SPDA as instalaes metlicas, as massas e os sistemas eltricos de potncia e de sinal. NOTA LEP = ligao eqipotencial principal. TAP = terminal de aterramento principal. 3.22 condutor de ligao eqipotencial: Condutor de proteo que assegura uma ligao eqipotencial. 3.23 armaduras de ao (interligadas): Armaduras de ao embutidas numa estrutura de concreto, que asseguram continuidade eltrica para as correntes de descarga atmosfrica. 3.24 centelhamento perigoso: Descarga eltrica inadmissvel, no interior ou na proximidade do volume a proteger, provocada pela corrente de descarga atmosfrica. 3.25 distncia de segurana: Distncia mnima entre dois elementos condutores no interior do volume a proteger, que impede o centelhamento perigoso entre eles. 3.26 dispositivo de proteo contra surtos - DPS: Dispositivo que destinado a limitar sobretenses transitrias. 3.27 conexo de medio: Conexo instalada de modo a facilitar os ensaios e medies eltricas dos componentes de um SPDA. 3.28 SPDA externo isolado do volume a proteger: SPDA no qual os subsistemas de captores e os condutores de descida so instalados suficientemente afastados do volume a proteger, de modo a reduzir a probabilidade de centelhamento perigoso. 3.29 SPDA externo no isolado do volume a proteger: SPDA no qual os subsistemas de captores e de descida so instalados de modo que o trajeto da corrente de descarga atmosfrica pode estar em contato com o volume a proteger. 3.30 estruturas comuns: Estruturas utilizadas para fins comerciais, industriais, agrcolas, administrativos ou residenciais. ABNT 2005 - Todos os direitos reservados 3 Cpia no autorizada ABNT NBR 5419:2005 3.31 nvel de proteo: Termo de classificao de um SPDA que denota sua eficincia. Este termo expressa a probabilidade com a qual um SPDA protege um volume contra os efeitos das descargas atmosfricas. 3.32 estruturas especiais: Estruturas cujo tipo de ocupao implica riscos confinados, ou para os arredores, ou para o meio ambiente, conforme definido nesta Norma, ou para as quais o SPDA requer critrios de proteo especficos. 3.33 estruturas (especiais) com risco confinado: Estruturas cujos materiais de construo, contedo ou tipo de ocupao tornam todo ou parte do volume da estrutura vulnervel aos efeitos perigosos de uma descarga atmosfrica, mas com os danos se restringindo ao volume prprio da estrutura. 3.34 estruturas (especiais) com risco para os arredores: Estruturas cujo contedo pode ser perigoso para os arredores, quando atingidas por uma descarga atmosfrica, tais como depsitos de explosivos ou de lquidos inflamveis. 3.35 estruturas (especiais) com risco para o meio ambiente: Estruturas que podem causar emisses biolgicas, qumicas ou radioativas em conseqncia de uma descarga atmosfrica. 3.36 estruturas (especiais) diversas: Estruturas para as quais o SPDA requer critrios de proteo especficos. 3.37 risco de danos: Expectativa de danos anuais mdios (de pessoas e bens), resultantes de descargas atmosfricas sobre uma estrutura. 3.38 freqncia de descargas atmosfricas (Nd): Freqncia mdia anual previsvel de descargas atmosfricas sobre uma estrutura. 3.39 freqncia provvel (Ndc) de descargas atmosfricas: Freqncia mdia anual previsvel de descargas atmosfricas sobre uma estrutura, aps aplicados os fatores de ponderao das tabelas B.1 a B.5. 3.40 freqncia admissvel (Nc) de danos: Freqncia mdia anual previsvel de danos, que pode ser tolerada por uma estrutura. 3.41 eficincia de intercepo (Ei): Relao entre a freqncia mdia anual de descargas atmosfricas interceptadas pelos captores e a freqncia (Ndc) sobre a estrutura. 3.42 eficincia de dimensionamento (Es): Relao entre a freqncia mdia anual de descarga...
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This note was uploaded on 08/12/2009 for the course IQ 23123 taught by Professor Varios during the Spring '09 term at Universidade de Brasília.

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