NBR-_5419_(2005)_Sistema_Proteção_contra_Descargas_Atmosféri

C13 o raio atinge o solo ou uma estrutura no local de

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Unformatted text preview: o, a superfcie de uma esfera com centro na extremidade do lder e raio igual ao comprimento dos "saltos" antes do seu ltimo salto o lugar geomtrico dos pontos a serem atingidos pela descarga. Estes pontos podem ento ser simulados por uma (semi) esfera fictcia, cujo raio seja igual ao comprimento do ltimo trecho a ser vencido pelo lder descendente (comprimento R). C.1.5 A distncia R entre o ponto de partida do lder ascendente e a extremidade do lder descendente (ver figura C.1) o parmetro utilizado para posicionar os captores segundo o modelo eletrogeomtrico. Seu valor dado por: R = 10 x Imx0,65 sendo R, em metros, e Imx o valor de crista mximo do primeiro raio negativo, em quiloampres. NOTA Esta equao foi formulada pelo GT-33 da CIGR - Conferncia Internacional de Grandes Redes Eltricas de Alta-Tenso, Paris. C.2 Aplicao do modelo eletrogeomtrico A tabela C.1 prescreve os valores de R em funo do nvel de proteo exigido. A tabela C.2 mostra os valores de crista da corrente do raio i mx. conforme o comprimento R. 38 ABNT 2005 - Todos os direitos reservados Cpia no autorizada ABNT NBR 5419:2005 C.2.1 Volume de proteo de um captor vertical com h R Traa-se uma linha horizontal altura R do solo e um arco de circunferncia de raio R com centro no topo do captor. Em seguida, com centro no ponto de interseo P e raio R, traa-se um arco de circunferncia que atinge o topo do captor e o plano do solo. O volume de proteo delimitado pela rotao da rea A em torno do captor (ver figura C.2). C.2.2 Volume de proteo de um captor vertical com h > R Mediante procedimento anlogo ao descrito em C.2.1, pode-se determinar o volume de proteo para estruturas de grande altura. Neste caso, como o ilustrado na figura C.3, verifica-se que a altura eficaz do captor R, pois sobre a altura excedente podem ocorrer descargas laterais. Figura C.1 -- Conceito da distncia R Tabela C.1 -- Posicionamento do captor conforme o nvel de proteo Nvel de proteo I II III IV R m 20 30 45 60 ABNT 2005 - Todos os direitos reservados 39 Cpia no autorizada ABNT NBR 5419:2005 Tabela C.2 -- Distncia R em funo da corrente (Imax) Nvel de proteo Distncia R m I II III IV 20 30 45 60 Valor de crista de Imx kA 3 5 10 15 Figura C.2 -- Volume de proteo do captor h R Figura C.3 -- Volume de proteo do captor com h > R 40 ABNT 2005 - Todos os direitos reservados Cpia no autorizada ABNT NBR 5419:2005 Anexo D (normativo) Uso opcional de ferragem especfica em estruturas de concreto armado D.1 Como aterramento das fundaes D.1.1 Para as edificaes novas, em concreto armado, onde a estrutura ainda no foi iniciada, deve ser instalado um condutor adicional de ao comum ou galvanizado a fogo, dentro da estrutura, de modo a garantir a continuidade desde as fundaes at o topo do prdio. D.1.2 O condutor adicional dever ser instalado dentro das fundaes, atravessar os blocos de fundao e entrar nos pilares de concreto. D.1.3 Os condutores devero ser emendados por conectores de aperto, solda eltrica ou exotrmica, desde que executada de forma duradoura, obedecendo (quando amarradas com arame de ao recozido ou conectores) a um trespasse de 20 diametros da barra D.1.4 Em fundao direta (pouco profunda), os condutores adicionais devem ser instalados nas vigas baldrames de modo a melhorar a condio de drenagem e o contato com o solo. D.2 Como descidas D.2.1 Em cada pilar estrutural dever ser instalado um condutor adicional (cabo de ao galvanizado, barra chata ou redonda de ao) paralelamente s barras estruturais e amarrado com arame nos cruzamentos com os estribos para assegurar a eqipotencializao. D.2.2 Nos locais onde haja deslocamento da posio dos pilares, ao mudar de laje, bem como quando houver reduo da seo dos pilares, o condutor adicional dever ser encaminhado de modo a garantir a continuidade eltrica. D.2.3 Armaduras de ao dos pilares, lajes e vigas devem ter cerca de 50% de seus cruzamentos firmemente amarrados com arame recozido ou soldados. As barras horizontais das vigas externas devem ser soldadas, ou sobrepostas por no mnimo 20 vezes o seu dimetro, firmemente amarradas com arame recozido, de forma a garantir a equalizao de potenciais da estrutura. NOTA Este subsistema dever ser integrado ao subsistema captor. ABNT 2005 - Todos os direitos reservados 41 Cpia no autorizada ABNT NBR 5419:2005 Anexo E (normativo) Ensaio de continuidade de armaduras E.1 A continuidade eltrica das armaduras de um edifcio deve ser determinada medindo-se com o instrumento adequado a resistncia hmica entre a parte superior e a parte inferior da estrutura, procedendo a diversas medies entre pontos diferentes. Se os valores medidos forem da mesma ordem de grandeza e inferiores ao indicado em 5.1.2.5.5, pode ser admitido que a continuidade das armaduras aceitvel. E.2 O instrumento adequado para medir a resistncia deve injetar uma corrente de 1 A ou superior entre os pontos extremos da armadura sob ensaio, sendo capaz de, ao mesmo tempo que injeta essa corrente, medir a queda de tenso entre esses pontos. A resistncia calculada dividindo-se a tenso medida pela corrente injetada. E.3 Considerando que o afastamento dos pontos onde se faz a injeo de corrente pode ser de vrias dezenas de metros, o sistema de medida deve utilizar a configurao de quatro fios, sendo dois para corrente e dois para potencial (conforme figura E.1), evitando assim o erro provocado pela resistncia prpria dos cabos de ensaio e de seus respectivos contatos. Por exemplo, podem ser utilizados miliohmmetros ou microhmmetros de quatro terminais, em escalas cuja corrente atenda s exigncias de E.2. E.4 No admissvel a utilizao de multmetro convencional na funo de ohmmetro, pois a corrente que este instrumento injeta no circuito insuficiente para obter resultados representativos. Figura E.1 -- Mtodo de medio 42 ABNT 2005 - Todos os direitos reservados...
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This note was uploaded on 08/12/2009 for the course IQ 23123 taught by Professor Varios during the Spring '09 term at Universidade de Brasília.

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