ABNT_-_NBR_13982_-_1997_-_Cabos_Para-Raios_Com_Fibras_pticas_Para_Linhas_Areas_de_Transmisso__OPGW__

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Unformatted text preview: Cpia no autorizada OUT 1997 NBR 13982 ABNT-Associao Brasileira de Normas Tcnicas Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 - 28 andar CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro - RJ Tel.: PABX (021) 210 -3122 Fax: (021) 240-8249/532-2143 Endereo Telegrfico: NORMATCNICA Cabos pra-raios com fibras pticas para linhas areas de transmisso (OPGW) - Vibrao elica - Mtodo de ensaio Copyright 1997, ABNTAssociao Brasileira de Normas Tcnicas Printed in Brazil/ Impresso no Brasil Todos os direitos reservados Origem: Projeto 03:086.02-064:1996 CB-03 - Comit Brasileiro de Eletricidade CE-03:086.02 - Comisso de Estudo de Mtodos de Ensaio para Cabos e Fibras pticas NBR 13982 - Composite overhead ground wire with optical fibers (OPGW) Eolian vibration - Method of test Descriptors: OPGW. Optical fiber. Eolian vibration Vlida a partir de 01.12.1997 Palavras-chave: Cabo OPGW. Fibra ptica. Vibrao elica 7 pginas Sumrio Prefcio 1 Objetivo 2 Referncias normativas 3 Definies 4 Aparelhagem 5 Mtodo de ensaio 6 Resultados ANEXOS A Esquema de montagem para o ensaio de vibrao elica B Fluxograma para o ensaio de vibrao elica areas de transmisso. O objetivo do ensaio avaliar o desempenho fadiga do cabo pra-raios com fibras pticas e as caractersticas pticas das fibras sob vibraes elicas tpicas. 2 Referncias normativas As normas relacionadas a seguir contm disposies que, ao serem citadas neste texto, constituem prescries para esta Norma. As edies indicadas estavam em vigor no momento desta publicao. Como toda norma est sujeita a reviso, recomenda-se queles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a convenincia de se usarem as edies mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informao das normas em vigor em um dado momento. NBR 13486:1995 - Fibras pticas - Terminologia NBR 13520:1995 - Fibras pticas - Variao de atenuao ptica - Mtodo de ensaio Prefcio A ABNT - Associao Brasileira de Normas Tcnicas - o Frum Nacional de Normalizao. As Normas Brasileiras, cujo contedo de responsabilidade dos Comits Brasileiros (CB) e dos Organismos de Normalizao Setorial (ONS), so elaboradas por Comisses de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratrios e outros). Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no mbito dos CB e ONS, circulam para Votao Nacional entre os associados da ABNT e demais interessados. Os anexos A e B tm carter informativo. 3 Definies Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as definies da NBR 13486, bem como as de 3.1 a 3.5. Um diagrama representativo utilizado para as definies desta Norma apresentado na figura 1. 3.1 comprimento de onda: Distncia em que a forma de onda se repete. tambm definido como sendo o espao percorrido pela vibrao em um intervalo de tempo igual a um perodo (T) e representado pela letra "a". 1 Objetivo Esta Norma prescreve o mtodo de ensaio de vibrao elica em cabos pra-raios com fibras pticas para linhas Cpia no autorizada 2 NBR 13982:1997 3.2 semi-onda: Meio comprimento de onda ou trecho compreendido entre dois ns consecutivos, representado pela letra "b". 3.3 n: Ponto de amplitude mnima de deslocamento, dentro do comprimento de onda, representado pela letra "c". 3.4 antin: Ponto de amplitude mxima de deslocamento, dentro do comprimento de onda, representado pela letra "d". 3.5 amplitude de deslocamento do antin: Valor de deslocamento pico a pico medido no antin, representado pela letra "Y". 5.2 Condies ambientais 5.2.1 Os equipamentos de medio ptica devem estar condicionados em ambientes cuja temperatura no varie mais de 2C durante a execuo do ensaio, dentro da faixa de temperatura de operao dos equipamentos. 5.2.2 A regio de ensaio e os demais equipamentos podem estar temperatura ambiente. 5.2.3 A variao da temperatura no deve provocar va- riao da atenuao nas emendas pticas, nem variao das condies de vibrao do cabo. 5.3 Montagem 5.3.1 O esquema para o ensaio de vibrao elica est 4 Aparelhagem A aparelhagem necessria execuo do ensaio a descrita em 4.1 a 4.14. 4.1 Dois medidores de potncia ptica, com sada para registrador grfico. 4.2 Uma fonte de luz, com um comprimento de onda nominal de 850 nm, 1 310 nm ou 1 550 nm. 4.3 Um acoplador ptico. 4.4 Um registrador grfico, com dois canais. 4.5 Um equipamento de emenda ptica. 4.6 Uma clula de carga ou um dinammetro, com fundo de escala de no mnimo duas e no mximo cinco vezes o valor da carga de ensaio. 4.7 Dois esticadores para tracionamento do cabo. 4.8 Um esticador para ajuste da altura do grampo de suspenso. 4.9 Um excitador com controle de freqncia e amplitude. 4.10 Um gonimetro para leitura dos ngulos de inclinao. 4.11 Um grampo de suspenso. 4.12 Dois acessrios de ancoragem passantes. 4.13 Um dispositivo para medio da amplitude de deslocamento (antin). 4.14 Um dispositivo de parada automtica. NOTA - Devem ser utilizados acessrios de ancoragem passantes e suspenso iguais aos que sero utilizados na linha de transmisso a que se destina o cabo pra-raios a ser ensaiado. mostrado no anexo A. 5.3.2 O vo ativo onde est instalado o excitador deve ter no mnimo 20 m de comprimento e o ngulo esttico do cabo, em relao a horizontal, deve ser de 1,5o 0,5o. 5.3.3 O vo ativo deve ter um comprimento igual a dois teros da distncia entre o suporte de ancoragem do vo complementar e o apoio intermedirio, conforme mostrado no anexo A. 5.3.4 Preparar o corpo-de-prova com um comprimento suficiente para execuo das emendas e instalao dos acessrios e, simultaneamente, montar os equipamentos pticos. 5.3.5 Posicionar os suportes de ancoragem e a torre de suspenso. 5.3.6 Fixar o corpo-de-prova com os seus acessrios de ancoragem passantes e suspenso, esticadores, clula de carga ou dinammetro aos suportes de ancoragem, torre de suspenso e ao apoio intermedirio. A clula de carga ou o dinammetro deve ser instalado entre o suporte de ancoragem e o apoio intermedirio, para monitorao da trao do cabo. 5.3.7 O apoio intermedirio deve impedir o deslocamento vertical no ponto de fixao do acessrio de ancoragem passante no vo ativo. 5.3.8 Pr-tracionar o corpo-de-prova com os acessrios com uma carga na faixa de 1 300 N a 2 300 N. 5.3.9 Conectar entre si todas as fibras pticas do cabo por meio de emendas por fuso, para formar um enlace ptico contnuo, de tal maneira que o comprimento das fibras sob ensaio seja compatvel com a preciso dos medidores de potncia ptica. 5.3.10 As emendas devem ser confeccionadas e dispostas de modo que no fiquem sujeitas a abalos, traes repentinas provocadas pela simulao das vibraes elicas tpicas ou por manuseio. 5.3.11 Devido s tenses dinmicas dentro do cabo, re- 5 Mtodo de ensaio 5.1 Corpo-de-prova Todo ou parte do cabo suficiente para a execuo do ensaio e obteno dos resultados. sultantes da simulao das vibraes elicas tpicas, a posio da unidade ptica em relao aos outros elementos constituintes do cabo (tubo ou elemento ranhurado, fios encordoados) deve ser mantida invarivel, atravs de imobilizao da unidade ptica (inclusive as Cpia no autorizada NBR 13982:1997 3 fibras pticas individualmente) nas extremidades do cabo, pelo uso de meios adequados, tais como adesivos qumicos ou travamentos mecnicos. 5.3.12 Ligar as fibras pticas do corpo-de-prova aos equipamentos pticos, da seguinte maneira: ocorra a estabilizao do sistema. A partir da estabilizao, podem ser realizadas apenas duas medies dirias (uma no incio e a outra no final do dia). 5.4.6 Acionar o contador de ciclos aps a estabilizao do sistema. 5.4.7 A carga de trao do cabo deve permanecer cons- O sinal da fonte de luz deve ser dividido em dois, atravs do acoplador ptico. Uma sada deve ser conectada a um medidor de potncia ptica e a outra sada a uma extremidade da fibra, por meio de uma emenda por fuso. O segundo medidor de potncia ptica deve ser conectado extremidade da fibra de retorno, de tal modo que o sinal ptico percorra as fibras no campo de ensaio. Ambos os medidores devem ser conectados ao registrador grfico. 5.3.13 Registrar os valores dos sinais pticos nos dois tante, dentro da faixa de (25 1)% da RMC (resistncia mecnica calculada). 5.4.8 A freqncia de ensaio deve ser mantida o mais pr- xima possvel do valor especificado, de acordo com a freqncia de ressonncia do vo de ensaio, podendo sofrer pequenos ajustes ao longo do ensaio. 5.4.9 Manter a amplitude de deslocamento pico a pico no medidores de potncia. A diferena entre os dois valores se constitui no nvel de referncia. 5.3.14 Caso no especificado diferentemente, tracionar o antin em um nvel de acordo com a especificao do cabo. 5.4.10 Caso no especificado diferentemente, submeter o cabo a um mnimo de 100 milhes de ciclos de vibrao. O cabo a deve sofrer inspeo visual nos locais onde foram instalados os acessrios de suspenso e ancoragem, visando verificar possvel ocorrncia de danos nos seus elementos constituintes. Para tanto, devem ser cortados segmentos do cabo com comprimentos que excedam em 0,50 m para cada lado dos acessrios. corpo-de-prova com seus acessrios com a carga de (25 1)% da RMC (resistncia mecnica calculada). 5.3.15 Verificar o ngulo de inclinao do vo ativo. Se necessrio, ajustar os esticadores de suspenso e ancoragem de forma que a carga de trao especificada seja mantida. 5.3.16 Montar e ajustar o excitador para vibrar o cabo no 6 Resultados 6.1 Relatrio de ensaio Os resultados obtidos devem ser apresentados em um relatrio contendo no mnimo as seguintes informaes: a) ttulo do ensaio; b) dados: - data do ensaio; - caractersticas especficas do cabo OPGW; plano vertical, localizado de modo que um mnimo de trs comprimentos de onda de vibrao sejam formados entre o grampo de suspenso e o excitador e, no mnimo, um comprimento de onda entre o excitador e o acessrio de ancoragem passante. 5.3.17 Posicionar o medidor de amplitude no terceiro antin, contado a partir do grampo de suspenso, no vo ativo. 5.3.18 Ajustar o contador de ciclos para o incio do ensaio. 5.3.19 Instalar um ou mais dispositivos de parada autom- tica, para o caso de ocorrerem perturbaes no sistema e serem alteradas as condies de vibrao. 5.4 Procedimentos 5.4.1 A seqncia do ensaio mostrada no anexo B e - condies adotadas para o ensaio; - comprimento do corpo-de-prova; - carga de trao aplicada e ngulos de inclinao do corpo-de-prova; - equipamentos utilizados para o ensaio, incluindo nmero patrimonial ou de srie, tipo, modelo e validade da calibrao; - amplitudes, freqncia, nmero de ciclos de vibrao e comprimento do vo de ensaio; - atenuaes pticas registradas; - identificao e qualificao do corpo tcnico. 6.2 Esquema Anexar ao relatrio desenho esquemtico contendo a disposio do corpo-de-prova na posio de ensaio, detalhando todos os equipamentos pticos e mecnicos utilizados. descrita em 5.4.2 a 5.4.10. 5.4.2 Caso no especificado diferentemente, o compri- mento de onda nominal da fonte de luz deve ser de 1 310 nm para fibras multimodo e de 1 550 nm para fibras monomodo. 5.4.3 Monitorar a sada dos medidores de potncia ptica, desde 1 h antes do incio do ensaio at 2 h aps o trmino do ensaio. 5.4.4 Durante o ensaio, qualquer variao nos sinais pticos em relao ao nvel de referncia indica a variao da atenuao da fibra, determinada conforme a NBR 13520. 5.4.5 Acionar o excitador e iniciar a verificao das medi- es mecnicas (amplitude, freqncia e trao) at que 4 Cpia no autorizada NBR 13982:1997 6.3 Tabelas e grficos Anexar ao relatrio de ensaio tabelas e/ou grficos contendo os resultados obtidos em todos os passos definidos pelo procedimento de ensaio, tais como nmero de ciclos de vibrao, atenuaes pticas, carga de trao, freqncia e amplitude. 6.4 Consideraes finais Apresentar uma comparao dos resultados obtidos com os valores definidos na especificao, bem como comentrios relativos ao tipo e local de falha e/ou outras ocorrncias relevantes. Figura 1 - Diagrama representativo de um comprimento de onda de vibrao senoidal /ANEXO A Cpia no autorizada NBR 13982:1997 Anexo A (informativo) Esquema de montagem para o ensaio de vibrao elica Legenda: 1 Suporte de ancoragem 2 Torre de suspenso 3 Esticador 4 Dinammetro ou clula de carga 5 Excitador 6 Acessrio de ancoragem passante 7 Acessrio de suspenso 8 Cabo em ensaio 9 Apoio intermedirio 10 Dispositivo de parada automtica 11 Medidor de amplitude NOTAS 1 As distncias mnimas estabelecidas so as seguintes: 1.1 Entre o acessrio de suspenso e o excitador, trs comprimentos de onda. 1.2 Entre o excitador e o acessrio de ancoragem, um comprimento de onda. 2 O dispositivo de parada automtica instalado em um n de vibrao. 3 O medidor de amplitude deve ser posicionado no terceiro antin, contado a partir do acessrio de suspenso, no vo ativo. 4 Desenho sem escala. /ANEXO B 5 6 Cpia no autorizada NBR 13982:1997 Anexo B (informativo) Fluxograma para o ensaio de vibrao elica Incio Definir o comprimento do corpo-de-prova Montagem dos equipamentos pticos Posicionar os suportes de ancoragem e da torre de suspenso Pr-tracionar o cabo Preparar as emendas das fibras pticas Imobilizar a unidade ptica nas extremidades do cabo Montar o excitador Fazer ligao entre as fibras e os equipamentos pticos Tracionar o cabo com (25 +/- 1)% da RMC A /continua MONTAGEM Instalar os acessrios (grampos de ancoragem e suspenso, esticadores, clula de carga ou dinammetro) Preparar o corpo-de-prova NBR 13982:1997 Cpia no autorizada 7 /continuao A Ajustar o esticador da ancoragem Verificar a inclinao do vo ativo N Ajustar o esticador da suspenso S N Verificar a trao Monitorar os medidores de potncia ptica S Ligar e ajustar o excitador (posio, freqncia e amplitude) Acionar o contador de ciclos e o dispositivo de parada automtica Supervisionar a carga de trao e a amplitude N So excedidos os parmetros estabelecidos de atenuao ptica? N S Atingidos os 100 milhes de ciclos N H distores dos elementos constituintes do cabo? S Fim S ENSAIO MONTAGEM ...
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