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Questionario - 1 INTRODUO O estudo da pobreza importante...

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1. INTRODUÇÃO O estudo da pobreza é importante tanto no âmbito da equidade quanto no âmbito da eficiência. Pode-se dizer que a abordagem da equidade está mais preocupada com as questões éticas inerentes à pobreza. Não são novidades as conseqüências da pobreza sobre um país, tornando-se mais complexo ainda se este país se caracterizar por enorme extensão e diversidade como é o caso brasileiro. O Brasil abriga um grande número de pessoas, vivendo em condições subumanas além de possuir uma alta taxa de trabalho infantil se comparado à América Latina . No que diz respeito à abordagem pela eficiência, se sabe que a pobreza é um forte entrave ao desenvolvimento econômico. As empresas evitam investir onde não há mercado consumidor ou onde a mão-de-obra não atende às exigências da demanda das firmas, entre outros fatores. Ademais, a pobreza é muito desigual no Brasil. Há uma sensível diferença entre ser pobre no Nordeste ou no Sudeste do país, na área urbana ou na área rural. No que tange ao papel governamental, é muito importante o estudo das transferências de recursos que objetivem promover sistemas sociais de proteção. Obviamente, a preocupação aqui deve ser tanto com a equidade quanto com a eficiência. Um sistema social de proteção é, por natureza, preocupado com a equidade. No entanto, a eficiência deve ser ponto chave, principalmente quando os recursos são escassos. Para analisar a pobreza de um país, é necessário medi-la. Dessa maneira, assumem papel fundamental os instrumentos de medição da pobreza, sendo a linha de pobreza, a linha de indigência e o IDH os indicadores mais utilizados. No entanto, nenhum desses indicadores é capaz de descrever o fenômeno da pobreza combinado ao de concentração na distribuição de renda e, no caso brasileiro, esses fatores estão fortemente associados. O propósito deste trabalho é contribuir na construção, para a cidade de Porto Alegre, de um indicador de pobreza que a trate em suas várias dimensões, em contraste com as abordagens tradicionais que consideram apenas a pobreza monetária. Para isto, realizamos entrevistas com pessoas consideradas pobres, utilizando um questionário piloto, entregue em sala de aula, na Disciplina de Economia da Probreza do curso de Ciências Econômicas da UFRGS. Este relatório está dividido em quatro seções, inclusive esta introdução. A segunda seção apresenta um resumo dos tipos de medidas de pobreza. Em seguida, apresento os
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resultados obtidos nas entrevistas e os comentários sobre as questões do projeto. E, por fim, um glossário da Pobreza e do Desenvolvimento Humano para um maior conhecimento sobre o tema. 2. INDICADORES DE POBREZA De acordo com o Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH) de 1997, as medidas de pobreza podem ser dividas em dois tipos basicamente. Os indicadores monetários de pobreza fazem parte da perspectiva “conglomerativa”. Já as medidas multidimensionais centradas nas variáveis substantivas constituem a visão do “desenvolvimento humano” ou perspectiva “distributiva”.
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