COTE018 - Sair 6 Conferncia sobre Tecnologia de...

Info iconThis preview shows pages 1–4. Sign up to view the full content.

View Full Document Right Arrow Icon
FALHAS EM TUBOS DE CALDEIRAS POR MECANISMOS DE CORROSÃO CÁUSTICA Daniel Leite Cypriano Neves 1 José Claudio Guimarães Teixeira 2 Cynthia de Azevedo Andrade 2 Hermano Cezar Medaber Jambo 1 Marcelo Schultz Rocha 1 1 PETROBRAS / REDUC / MANUTENÇÃO INDUSTRIAL / INSPEÇÃO DE EQUIPAMENTOS 2 PETROBRAS / CENPES / TECNOLOGIA DE MATERIAIS, EQUIPAMENTOS E CORROSÃO 6 COTEQ Conferência sobre Tecnologia de Materiais 22 CONBRASCORR – Congresso Brasileiro de Corrosão Salvador - Bahia 19 a 21 de agosto de 2002 As informações e opiniões contidas neste trabalho são de exclusiva responsabilidade dos autores.
Background image of page 1

Info iconThis preview has intentionally blurred sections. Sign up to view the full version.

View Full DocumentRight Arrow Icon
SINOPSE No presente trabalho foram analisadas amostras de alguns tubos de caldeira rompidos durante operação e outros no teste hidrostático estrutural. Utilizaram-se técnicas de microscopia ótica e eletrônica de varredura, com sistema de análise por espectroscopia de energia dispersiva. As falhas foram atribuídas à corrosão cáustica, provocada pela exposição incorreta do aço à soda cáustica, durante operação de lavagem química. É apresentada uma revisão dos mecanismos de deterioração causados pela presença de concentrações elevadas de soda cáustica (NaOH), como a perda de espessura localizada, cuja profundidade é função da concentração e tempo de exposição, e a fragilização por hidrogênio, oriundo da formação de H 2 ou CH 4 em regiões de concentração de tensões, preferencialmente nos contornos de grão ferríticos. O resultado pode ser a geração de trincas intergranulares, cuja extensão é função da concentração de soda acumulada sob depósitos e da temperatura. Palavras-chave : Corrosão cáustica; Fragilização por hidrogênio; Metanização; Caldeira.
Background image of page 2
1 – INTRODUÇÃO A caldeira SG-2001 da REDUC, modelo VU-60, pressão de projeto 119kgf/cm 2 e carga nominal de 365 t/h de vapor, sofreu parada de manutenção em novembro de 1999. Após aproximadamente uma semana de operação ocorreu uma falha com características frágeis. Em seguida, durante teste hidrostático estrutural, ocorreram novas fraturas, também frágeis. As condições excepcionais que, a princípio, foram levantadas tinham relação com a deficiência na alimentação de água durante a fase ácida da lavagem química, que forneceram indícios da presença de camada de óxido e produtos químicos utilizados na fase alcalina, remanescentes após o término da parada. Após os rompimentos, os tubos fraturados foram analisados nos laboratórios da PETROBRAS, no setor de Inspeção de Equipamentos da REDUC e setor de Tecnologia de Materiais, Equipamentos e Corrosão do CENPES. A literatura indica os possíveis agentes que levariam à corrosão cáustica em condições operacionais semelhantes, assim como a influência da deterioração na estrutura do aço e seu desempenho em serviço. O objetivo deste trabalho é utilizar os fundamentos teóricos acerca das deteriorações
Background image of page 3

Info iconThis preview has intentionally blurred sections. Sign up to view the full version.

View Full DocumentRight Arrow Icon
Image of page 4
This is the end of the preview. Sign up to access the rest of the document.

Page1 / 11

COTE018 - Sair 6 Conferncia sobre Tecnologia de...

This preview shows document pages 1 - 4. Sign up to view the full document.

View Full Document Right Arrow Icon
Ask a homework question - tutors are online