COTE169 - Sair 6 Conferncia sobre Tecnologia de...

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A FORMAÇÃO DA CAMADA PROTETORA DE MAGNETITA EM CALDEIRA Antonio Sergio Barbosa Neves CONSUCAL -CONSULTORIA QUÍMICA PARA CALDEIRAS S/C LTDA asbneves@cwaynet.com.br 6 COTEQ Conferência sobre Tecnologia de Equipamentos 22 CONBRASCORR – Congresso Brasileiro de Corrosão Salvador - Bahia 19 a 21 de agosto de 2002 As informações e opiniões contidas neste trabalho são de exclusiva responsabilidade do autor.
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SINOPSE Um monitoramento foi empregado na formação da camada interna protetora de magnetita, numa caldeira de vapor industrial com capacidade 125 t/h, pressão 9,2 MPa, temperatura do vapor superaquecido 510 ºC. A caldeira havia passado por uma lavagem química e utilizando um analisador contínuo de hidrogênio, instalado no vapor de saída, nós supervisionamos a evolução da camada protetora de magnetita que teve uma duração aproximada de dois anos. Palavras-chave : Corrosão em Caldeiras; Tratamento de Água de Caldeiras; Camada Protetora de Magnetita; Monitoramento da Corrosão Interna em Caldeiras.
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1-INTRODUÇÃO A corrosão interna de caldeira sempre foi uma preocupação muito grande, tanto no caso de Usinas Termelétricas como, principalmente, no caso de unidades industriais. Neste caso, o problema é ainda mais sério em virtude das contaminações que acontecem na água de alimentação, em conseqüência do aproveitamento que é feito do retorno de condensado industrial. Na maioria dos casos, nós só percebemos a existência de uma corrosão interna na caldeira durante as inspeções anuais ou, pior ainda, quando aparecem furos ou mesmo rompimentos nos tubos da fornalha. O material normalmente utilizado na construção das caldeiras é o aço carbono. O ferro deste material, quando em contato com água em temperaturas acima de 220 ºC, na ausência de oxigênio, é termodinamicamente instável, ocorrendo a seguinte reação de corrosão: 3Fe + 4H 2 O Fe 3 O 4 + 4H 2 Nesta reação, o ferro é oxidado com formação de um filme de magnetita, Fe 3 O 4 , aderente e altamente protetor à superfície do meta l havendo ainda a liberação de hidrogênio que sai junto com o vapor da caldeira (1). Neste caso, nós podemos supervisionar a corrosão interna de uma caldeira, por meio de um analisador
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This note was uploaded on 11/04/2010 for the course ACC 411 taught by Professor Kim during the Spring '08 term at Aberystwyth University.

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