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Artigo_etanol_583 - ENGENHARIA engenharia/2007 583...

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WWW.BRASILENGENHARIA.COM.BR FOTO: DIVULGAçãO/CASE ENGENHARIA/2007 583 MAXIMIZAÇÃO DA geração elétrica a partir do O Brasil coloca-se, junto com os Estados Unidos, como um dos maiores produtores mundiais de álcool. Desde os anos 1980 todos os esforços foram concentrados para reduzir o custo de produção de álcool combus- tível a partir da cana-de-açúcar, sendo o programa de governo Proálcool daquela época, a resposta bra- sileira para a crise do óleo que, então, se configura- va. Atualmente o país encontra-se em uma situação totalmente diversa. Alcançamos a auto-suficiência na produção de petróleo, mas o país deve ampliar subs- tancialmente sua capacidade de geração elétrica, caso um crescimento econômico estável deseje ser susten- tado. A despeito do enorme potencial hidrelétrico ain- da por ser explorado, a maior parcela encontra-se na região norte do Brasil, onde a demanda por eletricida- de é baixa e onde imensos reservatórios deveriam ser formados, para que essa energia estivesse disponível ao longo de todo o ano. Este fato abre uma oportunidade ímpar para que as mais de 300 usinas de açúcar e álcool espalhadas pela região sudoeste do país passem a produzir excedentes de energia elétrica. Este conceito está baseado no me- lhor aproveitamento do bagaço, o qual tem sido inefi- cientemente queimado em caldeiras de baixa pressão, conjugado à coleta da palha, resíduo da plantação de cana, que é atualmente quase inteiramente queimada antes da colheita. Esta prática será banida em breve no Brasil e as mais de 90 novas usinas agora sendo implantadas, com uma previsão de dobrar a atual pro- dução anual de álcool de 17 bilhões de litros até 2015, deveriam ser as primeiras a se enquadrar às essas no- vas condições. Este estudo mostra como aumentar a produção de eletricidade baseada em dados reais de uma usina de açúcar e álcool situada no sul do Brasil, que teve sua capacidade instalada de geração ampliada, comparada a alternativas factíveis que quase do- bram o seu potencial de exportação de energia elétrica. Se adotada por todas as usinas agora em desenvolvimento, um potencial de mais de 5 GW de potência média firme poderia ser adicionada ao parque de geração do país no futuro próximo, a custos competitivos e baixos riscos associados de instalação e operação das termelétricas. açúcar e álcool JAIR ARONE MAUÉS* bagaço e palha em usina de
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WWW.BRASILENGENHARIA.COM.BR ENGENHARIA/2007 583 Brasil apresenta uma longa tradição de aplicar recursos renováveis nos se- tores de energia e de transportes. A matriz de energia primária no país revela que as fontes renováveis correspondem a 44% do total ofertado, dos quais a hidreletricidade é responsável por 15%. As usinas hidrelétri- cas contribuem com 82 GW dos 100 GW de capacidade atualmente instalada no país.
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