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Antonio Celente Videira 1 - INTRODUÇÃO A plena vitalidade das funções orgânicas é a busca constante da criatura que vive num mundo repleto de impactos psicológicos. As disparidades sociais das classes impingem, também, aos menos aquinhoados de gozarem de uma saúde adequada, por não disporem de recursos financeiros para diagnósticos prematuros, que facilitem a erradicação de doenças malignas, ainda na sua fase inicial . Por outro lado, hábitos de vida, como alimentação desregrada, falta de exercícios, dependência de fumo e de álcool e outros desvios comportamentais para com o corpo físico, aí já incluídas pessoas dos diversos níveis sociais, inclusive as que pertencem às escalas elevadas na Sociedade, são vítimas ou, se não, pelo menos, tornam-se mais expostas a acometimentos fatais, simplesmente por ignorância dos mais simples conhecimentos de conduta de vida equilibrada e que, portanto, é mantenedora da boa saúde. O conteúdo deste artigo é tratar a Função Logística Saúde a nível nacional. Para isso, adentrou nos vários aspectos da organização do Sistema de Saúde Brasileiro, enfocando suas potencialidades naturais, bem como os meios possibilitadores de produtos regeneradores do bem-estar, tudo voltado para os nossos recursos humanos. Não basta o país dispor de Forças Armadas com um exímio sistema de seleção físico-médica, se não acontecer num grande universo de criaturas sãs. Além do mais, a soberania de um país não acontece se dispuser apenas de soldados bem fisicamente. A soberania extrapola os muros dos quartéis, em termo de salubridade, e tem que se sentir revigorada, a partir de um povo que goze de plena vitalidade física e psíquica. 2 - EVOLUÇÃO DA SAÚDE JUNTO AO ESTADO Hoje é dever do Estado estar compromissado, como política de Governo, com a saúde da população. Estratégias são elaboradas, em todos os sentidos, para atender às pessoas no aspecto da assistência médica. Isso vai desde o Município ao Governo Federal. Freire (1996) cita que, no início, principalmente no Brasil Colônia, isso não acontecia. A Função Logística Saúde era desassociada do compromisso no Vice-Reinado, ficando a cargo de cada cidadão ou família o bem-estar físico das pessoas. Mas esse descompromisso estatal gerava um estado anárquico relacional entre povo e governo, o que não era interessante aos dirigentes, que tinham interesses em implementar políticas públicas que criassem vínculo de dependência do povo ao Estado. O Poder Público, para manter a sua autoridade junto à Sociedade, percebeu que isso só era possível com a adoção da Medicina Higiênica. Prossegue Freire (1996) informando que essas políticas foram exitosas no Brasil-Colônia, em virtude do poder da família. Naquele período, a assistência-médica passava por uma visão caritativa-assistencial da religião. Ambas, família tradicional e igreja, não davam espaço para o Poder Central ter o domínio da política social.
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Com a chegada da Família Real, o quadro foi se alterando, conseguindo o estado ter supremacia no tratamento médico, junto a povoados difusos, à medida que a salubridade era o objetivo a ser perseguido.
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