Libras.doc - Programa Especial de Forma\u00e7\u00e3o Pedag\u00f3gica R2 Conforme Resolu\u00e7\u00e3o 2 de 01 de Julho de 2015 CNE LECIANDRA KRYSNA PENIDO MACHADO A L\u00cdNGUA

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Programa Especial de Formação Pedagógica R2 Conforme Resolução 2 de 01 de Julho de 2015 CNE LECIANDRA KRYSNA PENIDO MACHADO A LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS SÃO PAULO 2019
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Programa Especial de Formação Pedagógica R2 Conforme Resolução 2 de 01 de Julho de 2015 CNE LECIANDRA KRYSNA PENIDO MACHADO A LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS SÃO PAULO 2019 Trabalho final apresentado à disciplina Libras, como exigência parcial para a obtenção do curso de Programa Especial de Formação Pedagógica R2 – Turma 192, sob a supervisão da Professora Ana Gabriela Mariano. Polo: Belo Horizonte
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Sumário 1. Introdução ........................................................................................................... 04 2. Desenvolvimento ................................................................................................ 06 2.1 A língua brasileira de sinais ............................................................................ 06 2.2 Libras e Linguagem ........................................................................................ 07 2.3 Libras e a identidade do surdo ....................................................................... 09 3. Conclusão ........................................................................................................... 11 4. Referências Bibliográficas .................................................................................. 12
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1. Introdução A linguagem é um produto de uma comunidade, um fenômeno do coletivo com uma religião, por exemplo. Mead (1963) citado por Doise1982, menciona que o pensamento é a interiorização do conversar por gestos: “Se o interlocutor utiliza um gesto vocal parecido àquele que ele ouve, e se ele o repete se pondo no lugar daquele que fala, ele possui, então, o significado daquilo que ele ouve, ele tem uma idéia, o significado tornou-se seu”. Esse mesmo autor acreditava que a comunicação era melhorada com se alternava conversação verbal com a conversação por gestos. A surdez é uma deficiência neurossensorial auditiva, que algumas pessoas nascem ou adquirem ao longo de sua vida. Esse sujeito, em sua comunicação diária, faz uso de sistemas linguísticos e culturais para construir um sistema de significados. Há um consenso que, ainda que a linguagem brasileira de sinais – Libras, seja uma modalidade diferenciada de comunicação, que se utiliza do meio/espaço à comunicação, esta não pode deixar de ser considerada como um instrumento semiótico, assim como a linguagem verbalizada e ouvida (FÁVERO, & PIMENTA, 2006). Libras é a forma que alguns sujeitos humanos partilham e negociam significados (BRUNER, 1991). Ainda que várias estudiosos e professores consideram a oralidade essencial no aprendizado, vários outros acreditam que a Libras é a ferramenta adequada para o surdo no processo de ensino aprendizagem (VIROLE, 2000; FELIPE, 1997). Por meio de Libras o surdo pode aprender e se comunicar sobre qualquer área do conhecimento, desde a filosófica às ciências exatas. Góes (1996) menciona que a Libras é a língua materna dos surdos. É através dela que a população surda se constrói, não havendo qualquer limitação cognitiva e/ou afetiva para quem faz uso desta. Para a autora, o que pode causar o não desenvolvimento do surdo é a impossibilidade para consolidar suas experiências e a qualidade dessas, vivenciadas ao longo de sua vida. Um grande problema à população surda é que nem todas as escolas e/ou institutos de ensino, empresas e população em geral estão preparados para essa
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comunicação. Há de se ter uma preparação melhor dos educadores, por exemplo, a potencializar e possibilitar o maior aprendizado possível à população surda. A partir do mencionado, o objetivo deste trabalho foi realizar um levantamento bibliográfico, em revistas cientificas, jornais, recortes e outros. Após
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  • Summer '15
  • São Paulo, aprendizagem, Cognição, Língua brasileira de sinais, Língua de sinais

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