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Programa Especial de Formação Pedagógica R2 Conforme Resolução 2 de 01 de Julho de 2015 CNE SAULO SATURNINO DE SOUSA A Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS SÃO PAULO 2019
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Programa Especial de Formação Pedagógica R2 Conforme Resolução 2 de 01 de Julho de 2015 CNE SAULO SATURNINO DE SOUSA A LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS – LIBRAS SÃO PAULO 2019 Trabalho final apresentado à disciplina Libras, como exigência parcial para a obtenção do curso de Programa Especial de Formação Pedagógica R2 – Turma 192, sob a supervisão da Professora Ana Gabriela Mariano. Polo: Belo Horizonte
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Exemplo de Sumário 1. Introdução ........................................................................................................... 04 2. Desenvolvimento ................................................................................................ 06 2.1 Língua de Sinais e Linguagem ........................................................................ 06 2.2 O aprendizado da língua brasileira de sinais .................................................. 07 2.3 A linguagem de sinais e a construção da identidade do surdo ....................... 08 2.4 Conceitos iniciais em libras ............................................................................. 10 3. Conclusão ........................................................................................................... 12 4. Referências Bibliográficas .................................................................................. 13
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1. Introdução A temática de Linguagem Brasileira de Sinais - libras é latente na sociedade civil principalmente nos dias atuais. O desenvolvimento dessas técnicas vem acontecendo exponencialmente nos últimos dez anos, pela ação de profissionais capacitados e também pelos próprios surdos que a fazem uso. Moura (2000) menciona que a inserção social e educação de pessoas com tal deficiência é um problema, e que melhorias ainda precisam aparecer à essas realidades. Em 2002 (lei n. 10436, de 24 de abril de 2012) houve a oficialização da língua brasileira de sinais – Libras, promovendo ganhos à sociedade brasileira com tal deficiência. Vivemos em uma sociedade onde a língua formal falada é dominante (DIZEU E CAPORALI, 2005). Infelizmente com isso, qualquer outra forma de comunicação é considerada inferior a oral. Muitos profissionais que laboram com surdos consideram libras como uma forma de comunicação, não a considerando com o status de língua, considerando-a assim, como uma alternativa à comunicação de surdos. Skliar (1997) considera que o oralismo é uma forma de dominação social de uma maioria sobre uma minoria linguística. Como consequência, o surdo tende a não se integrar socialmente. Isso afeta consideravelmente, o desenvolvimento das técnicas de libras. Os avanços na medicina, permitem hoje um diagnóstico bem precoce de perdas auditivas. Contudo os acessos às tecnologias de tratamento de surdez ainda são caros e não acessíveis a todos os cidadãos. Portanto, é preciso aceitar Libras como uma língua à desenvolvimento continuo de tal técnica. É importante também compreender e estabelecer estratégias de tratamento para pacientes com graus diferente de surdes (parcial ou total). Ser surdo não pode significar inferioridade frente à oralidade. A partir do mencionado, o objetivo deste trabalho foi realizar um levantamento bibliográfico, em revistas cientificas, jornais, recortes e outros. Após
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o levantamento compreender o que é surdez, e como funciona a linguagem de sinais, potencializando seu uso e desenvolvimento como língua, e não só como forma de comunicação.
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2. Desenvolvimento da Pesquisa 2.1 Língua de Sinais e Linguagem É importante a diferenciação entre língua e linguagem, uma vez que tais conceitos podem favorecer o preconceito para com os portadores de surdez.
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  • Summer '15
  • São Paulo, aprendizagem, Cognição, Língua brasileira de sinais, Língua de sinais

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