idoc.pub_nassim-nicholas-taleb-iludido-pelo-acaso.pdf - Nassim Nicholas TaCeh iLdicCo peCo y Jicaso inffuencia ocufta da sorte nos tnercados e na vida o

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Unformatted text preview: Nassim Nicholas TaCeh iLdicCo peCo y? Jicaso inffuencia ocufta da sorte nos tnercados e na vida o quc transforms uma pcssoa cm um sucesso? Scgundo Nassim Taleb, na maioria das vexes i a sorte. Apcnas isso diferencia um milionirio dc uma pcssoa mediocre. No mercado financeiro, cssa constata ao 6 ainda mais evidence, apesar de as pessoas terem uma irresistfvel compulsao para cxplicar tudo, mesmo sem provas cientfficas quc comprovem suas id£ias. ^ Taleb, um trader muito bcm -succdido, parte da teoria das probabilidadcs para mostrar como quase todos os seus colegas de profissao nao sao mais que pessoas comuns bafejadas pcla sorte. A panic da histdria de personagens ficticios, o autor nos explica como o acaso influencia a vida das pessoas e, mais imponante, revcla os segredos para utilizi lo como ferramenta de lucro, mltodo que o transformou num dos mais respeitados profissionais de sua area. cm uma famflia catdlica ortodoxa . Seu pai c seu avd pcrdcram muito dinheiro em crises financeiras internacionais, o que deixou o jovem Nassim impressionado com a volatilidadc dos mcrcados. Com laleb apresenta diversos tipos de traders c mostra como o acaso de maneiras diferentes, influenciou o sucesso ou o fracasso desses personagens. Alerta os profissionais para terem cuidado com receitas mirabolantes de lucros ripidos e com mltodos infaliveis de investimento. lludido pelo acaso 6 um livro obrigatorio para os cnvolvidos no mercado financeiro. Sua leitura far A com que todos vejam o sucesso nos investimentos dc maneira completamente diferentc. E ensinari uma forma mais inteligcntc dc lidar com a sorte e, assim , obter grandes lucros quc nao ir5o se evaporar na prdxima mudan a do mercado. mestrado na Universidade de Whanon e doutorado na Universidade Paris Dauphine, optou por uma carreira no mercado de dcrivativos. Nao poderia ter sido mais bem-sucedido. Foi trader dc sucesso em Londres. Nova York c Chicago, antes dc fundar sua prdpria empresa , a Empirica Capital. £, tamb m , professor do Instituto de Ci £ ncias Matcmiticas da Universidade de Nova York. Em 2001 foi indicado para o Derivatives Strategy Hall of Fame, que o considerou uma lenda entre os traders dc op< joes. Taleb atualmente 6 membro do conselho editorial do Journal of Alternative Investments, do paincl interdisciplinar do Minist rio da Dcfesa sobre risco c professor da Universidade dc Varsdvia. - . ^ Nassim Nicholas Taleb nasceu na Gracia, - ^ ^ SUMARIO 4 Prefacio e Agradecimentos 15 Resumos dos Capttulos 21 Pr61ogo Mesquitas ms Nuvens 25 PARTE I: O ALERTA DE S6LON OBLIQ01DADE, ASSIMETRIA , INDUQAO 33 Um: Se voce £ tao rico, por que nao e tao esperto ? 39 Nero Tulip 39 Atingido pelo Raio 39 Sanidade Temporaria 40 Modus Operandi 44 Sem Filosofia de Trabalho 47 Sempre Ha Segredos 48 8 SUMARIO John, o Trader de Alto Rendimento 48 Um Caipira Muito Bern Pago 50 O Verdo de Rachar 54 Serotonina e Acaso 55 O Sen Dentista E Rico, Muito Rico 57 Dois: Um bizarro metodo contabil 61 Historia Altemativa 61 Roleta-Russa 62 Uma Roleta Ainda Mais Perversa 64 Boas Relagdes com os Pares 65 Salva ao Via Aeroflot 67 S61on Vai & Boate Regine’s 70 George Will Ndo E Nenhum S6 lon: Sobre Verdades Contra-lntuitivas 73 Humilhado nos Debates 76 Gerentes de Riscos 78 ^ Tres: Uma meditasao matematica sobre a hist6ria 81 A Matematica do Europlayboy 81 As Ferramentas 83 Matematica Monte Carlo 86 Brincadeira no Meu S6 tao 89 Fazendo Hist6ria 89 Zorglubs Enchem o S6tao 90 Desprezando a Hist6ria 92 O Forno Esta Quente 93 Meu Solon 95 Pensamento Destilado no Seu PalmPilot 96 Notfcia de Ultima Hora 96 Shiller Revisitado 100 Gerontocracia 102 5UMARIO 9 Filostrato em Monte Carlo: Sobre a Diferenga Entre Rui'do e Informagao 104 Quatro: Acaso, tolice e o intelectual cientffico 109 O Acaso e o Verbo 109 O Teste de Turing is Avessas 111 O Pai de Todos os Pseudopensadores 114 Poesia Monte Carlo 115 — Cinco: Sobrevivencia do menos apto A evolugao pode ser iludida pelo acaso ? 119 Carlos, o Mago dos Mercados Emergentes 119 Os Anos Dourados 123 A Media Cai 124 Linhas na Areia 125 John, o Trader de Alto Rendimento 128 O Quant Que Conhecia Computadores e Equates 130 As Caracteristicas Sao as Mesmas 133 Uma Revisao dos Joguetes do Mercado em Face das Constantes Aleatorias 134 Teorias Evolucionarias Ingenuas 137 A Evolu ao Pode Ser Enganada pelo Acaso ? 140 ^ Seis: Obliqiiidade e assimetria 143 A Mediana Nao E a Mensagem 143 Zoologia do Touro e do Urso 146 Um Filho Arrogante de 29 Anos 149 Eventos Raros 150 Simetria e Ciencia 152 A Falacia do Evento Raro 156 A Mae de Todas as Decepgoes 156 Por Que os Estatisticos Nao Detectam Eventos Raros? 159 Uma Crian a Perversa Substitui as Bolas Pretas 161 ^ Sete: O problema da indu ao 165 ^ De Bacon a Hume 165 Cygnus Atratus 166 Niederhoffer, um Cavalheiro Vitoriano 167 O Agente de Promogoes de Sir Karl 171 Local , Local 174 A Resposta de Popper 175 Sociedade Aberta 178 Ninguem E Perfeito 179 A Aposta de Pascal 180 Obrigado, Solon 181 PARTE II: MACACOS EM MAQUINAS DE ESCREVER TENDENCIOSIDADE A SE OLHAR ARENAS os SOBREVIVENTES E OUTRAS DlSTORgOES DOS FATOS 183 Depende do Numero de Macacos 186 Vida Real Ruim 187 Esta Se ao 188 ^ Oito: Milionarios demais ai no vizinho 189 Como Fazer Cessar a Dor do Fracasso 189 Feliz, de Certo Modo 189 Trabalho Demais 191 Voce E um Fracasso 192 bUMAKlO 11 Tendenciosidades Duplas a Se Olhar Apenas os Sobreviventes 194 Mais Especialistas 194 Vencedores Visiveis 196 E um Mercado em Alta 196 Opinido de um Guru 198 Nove: E mais facil comprar e vender do que fritar um ovo 201 Enganados pelos Numeros 204 Investidores Tipo Placebo 204 Ninguem Precisa Ser Competente 206 Ergodicidade 208 A Vida 6 Cheia de Coincidences 210 A Carta Misteriosa 210 Um Jogo de Tenis Interrompido 211 O Paradoxo do Aniversario 211 E um Mundo Pequeno! 212 Garimpagem de Dados, Estatisticas e Charlatanismo 213 O Melhor Livro Que Li na Minha Vida! 214 O Retroprovador 215 Uma Aplica ao Mais Inconstante 217 A Temporada dos Lucros: Enganados pelos Resultados 218 Curas do Cancer 219 O Professor Pearson Vai a Monte Carlo ( Literalmente): O Acaso Nao Parece Acaso! 222 O Cao Que Nao Latia: Sobre as Tendenciosidades no Conhecimento Cientifico 224 Cbeguei Nao a Conclusdo Alguma 224 ^ 12 SUMARIO Dez: O perdedor leva tudo da vida 227 — - Sobre as nao linearidades O Efeito do Montinho de Areia 228 Entra o Acaso 229 Aprendendo Datilografia 230 A Matematica Dentro e Fora do Mundo Real 232 O Burrinho de Buridan ou o Lado Bom do Acaso 235 JJma Desgraga Nunca Vem Sozinha 236 Onze: O acaso e nosso cerebro: Somos cegos para a probabilidade 237 Paris ou as Bahamas? 237 Algumas Consideragoes Arquitetonicas 239 Da Psicologia d Neurobiologia 241 Nosso Habitat Natural 242 Kafka num Tribunal 245 Urn Mundo Absurdo 247 Kahneman e Tversky 249 Neurobiologia 250 Exemplos de Tendenciosidades na Compreensao da Probabilidade 251 Somos Cegos para as Opgoes 253 Probabilidades e a Midia ( Mats Jomalistas ) 256 CNBC na Hora do Almo?o 257 Voce Deveria Estar Morto a Essa Hora 258 As Explicates da Bloomberg 259 Filtrando Metodos 262 Nos Nao Compreendemos os Nfveis de Confian§a 264 Uma Admissao 264 5U M A R I O 13 PARTE III: CERA NOS MEUS OUVIDOS ACASON1TE 267 — VlVENDO COM Nao Sou Tao Inteligente 270 O Comando Mtido da Odisseia 272 Doze: Tiques de jogador e pombos numa caixa 275 Ingles de Motorista de Tdxi e Causalidade 275 O Experimento do Pombo de Skinner 279 Filostrato Revisitado 281 Treze: Carneades chega a Roma: Sobre probabilidade e ceticismo 285 Carneades Chega a Roma 286 Probabilidade, a Filha do Ceticismo 288 As Opinioes de Monsieur de Norpois 289 Dependencia das Crengas em Relagao ao Caminho Percorrido 292 Calcular em Vez de Pensar 293 De Funeral a Funeral 296 Quatorze: Baco abandona Antonio 297 . Notas Sobre o Funeral de Jackie O Acaso e Elegancia Pessoal 301 299 Epflogo: Solon avisou voce 303 Cuidado com os Engarrafamentos de Londres 303 Notas 305 tndice 307 PREFACIO E AGRADECIMENTOS + I ? stc livro e a sfntese, por um lado, de um trader (operador de L mercado financeiro, matematico e determinado (autodenominado “ praticante da incerteza ” ) que passou sua vida tentando nao ser enganado pelo acaso e driblar as emo?oes associadas a in certeza, e, por outro lado, do ser humano obcecado pela estetica, amante da literatura, desejoso de ser ludibriado por qualquer forma de tapeagao que seja educada, refinada, original e de bom gosto. - ^ Nao consigo deixar de ser um joguete do acaso; o que posso fazer e confina -lo onde ele me traz certa dose de gratificagao estetica. Na decada passada se escreveu muito sobre nossos precon ceitos (adquiridos ou geneticos) ao lidarmos com o acaso. Minhas regras enquanto eu escrevia este livro foram evitar discutir (a ) qualquer coisa da qual eu nao tivesse sido testemunha pessoal, ou nao tivesse desenvolvido de forma independente, e ( b) qualquer coisa que eu nao tivesse destilado o bastante para escrever sobre o assunto com um minimo de esforgo. Tudo que remotamente lembrasse trabalho estava exclufdo. Eu rive one livrar o texto de 16 PREFACIO E AGRADECIMENTOS alguns trechos que pareciam emergir de uraa visita k biblioteca, inclusive os nomes cientfficos. Tentei evitar qualquer cita$ao que nao brotasse espontaneamente da memoria e nao viesse de um escritor do qual eu fosse ultimo ha anos (detesto a pratica do uso falo mais sobre isso mais aleatorio de sapiencia emprestada ) adiante . Aut tace aut loquere meliora silencio (apenas quando as palavras sao melhores que o silencio). Tentei tirar o melhor proveito possfvel da minha experience direta como trader matematico. O mercado representa um caso especffico de armadilhas do acaso. Vou discuti-lo de ma neira ilustrativa, como faria em uma conversa num jantar com, digamos, um cardiologista intelectualmente curioso ( usei como modelo meu amigo Jacques Merab). Alguns agradecimentos: primeiro, eu gostaria de agradecer aos amigos que podem ser considerados, com justija, co-autores. Sou grato ao intelectual e especialista em acaso Stan Jonas (eu nao sei de nenhuma outra designafao que lhe fa$a justija) pelas infinitas conversances sobre todos os assuntos ligados k probabilidade, com a anima?ao e o zelo de um nedfito. Agradeqo a meu amigo probabilista Don Geman (marido de Helyette Geman, orientadora da minha tese) pelo apoio entusiastico ao meu livro; ele tambdm me fez perceber que os probabilistas nasmuitos matematicos sao capazes de cal cent, nao sao feitos cular, mas nao de compreender, a probabilidade (eles nao sao melhores do que a populafao em geral no que tange a avalia £oes probabilfsticas). O livro come§ou mesmo com uma conversa que atravessou a noite, com meu amigo erudito Jamil Baz, du rante o verao de 1987, enquanto ele discutia a formagao de di nheiro “ novo” e “ velho” entre as famflias. Eu era entao um iniciante no mercado de capitals, e ele fez pouco dos arrogan tes traders da Salomon Brothers aue o rodeavam fele mostrou — - — - - - 17 PREFACIO E AGRADECIMENTOS . instilou em mim a introspec?ao voraz do desempenho que eu tivera na vida, e realmente me deu a ideia de escrever esse livro. N6s dois terminamos por conseguir nossos diplomas de doutorado tarde na vida, em assuntos quase identi cos. Eu tambem arrastei muita gente em caminhadas (bem lon gas) por Nova York, Londres e Paris, discutindo partes do meu livro, tais como o falecido Jimmy Powers, que me ajudou a con servar minha profissao no infcio, repetindo o tempo todo “ qual quer um pode comprar e vender ” , ou meu amigo enciclopedico David Pastel, igualmente & vontade em literatura, matematica e h'nguas semiticas. Eu tambem “ aluguei” bastante meu lucido colega popperiano Jonathan Waxman sobre a integrajao das id£ias de Karl Popper na nossa vida de corretores. Segundo, tive sorte em encontrar Myles Thompson e David Wilson, quando ambos trabalhavam para J. Wiley & Sons. Myles tern visao ele 6 o contrario do editor “ eu tambem ” . Compreen de que livros nao precisam ser escritos para satisfazer um publi co etiquetado e predefinido, mas que um livro ira encontrar seu conjunto unico de leitores dando assim mais cr dito ao lei tor do que o editor “ fora-da-prateleira” . Quanto a David, ele acreditou o bastante no livro para me fazer seguir o curso natu ral do que escrevi, livre de qualquer denomina ao ou taxonomia. David me viu da mesma maneira que eu me vejo: um apaixona do por probabilidade e acaso que tambem 6 obcecado por literatura, mas que 6 trader, em vez de ser um “ especialista em tudo” Foi ele que salvou meu estilo idiossincratico da chatea ao do processo de edigao ( por todas as suas falhas, o estilo e meu) Finalmente, Mina Samuels mostrou ser a melhor editora imaginavel: imensamente intuitiva, culta, preocupada com a esteti ca, e, contudo, nao intrusiva. Muitos amigos me deram ideias durante conversas, iddias que acharam lugar no texto. Posso mencionar os suspeitos de sem estar certo) Baz - - - — - - — - ^ - ^ . ^ . - 18 PREFACIO E AGRADECIMENTOS pre, rodos eles conversadores de primeira: Cynthia Shelton Taleb, Helyette Geman, Marie-Christine Riachi, Paul Wilmott, Shaiy Pilpel, David DeRosa, Eric Briys, Sid Kahn, Jim Gatheral , Bernard Oppetit, Cyrus Pirasteh, Martin Mayer, Bruno Dupire, Raphael Douady, Marco Avellaneda, Didier Javice, Neil Chriss e Philippe Asseily. Alguns desses capitulos foram concebidos e discutidos no “ Odeon Circle” , quando eu e meus amigos nos reumamos com certa regularidade (quartas-feiras, as dez da noite, depois de minha aula no Courant Institute) no bar do restaurante Odeon, em Tribecca. Genius loci ( “ o espfrito do lugar ” ) e destacado membro da equipe do Odeon, Tarek Khelifi, certificava-se de que estavamos sendo servidos de tudo que precisavamos, e for £ava nossa assiduidade, fazendo-me sentir culpado quando eu nao comparecia, ajudando assim grandemente na elaboragao do livro. Nos lhe devemos muito. Devo tambem agradecer &s pessoas que leram o manuscrito, ajudaram -me diligentemente apontando os erros ou contribui ram para a feitura do livro com comentarios uteis: Inge Ivchencko, Danny Tosto, Manos Vourkoutiotis, Stan Metelits, Jack Rabinowitz, Silverio Foresi, Achilles Venetoulias e Nicholas Stephanou. Erik Stettler foi inestimavel no seu papel de editorsombra. Todos os erros sao meus. Finalmente, muitas versoes deste livro surgiram na Internet, dando origem a explosoes esporadicas (e aleatorias) de cartas de encorajamento, corregoes e perguntas valiosas, que me fizeram incluir respostas no texto. Muitos capitulos deste livro surgiram como resposta a perguntas dos leitores. Francesco Corielli, de Bocconi, alertou -me sobre a tendenciosidade na divulgagao de resultados cientificos. Este livro foi escrito e concluido depois de eu ter fundado a Emnirica. meu lar intelectual. Camo Emoirica nos bosaues - - PREFACIO E AGRADECIMENTO S 15 do interior de Greenwich , Connecticut, que eu projetei de acor do com meu gosto e que considero um hobby : misto de labora torio de pesquisa de probabilidade aplicada, acampamento de verao para a pratica de exercicios flsicos e, nao menos impor tante, operadora de hedge fund contra as crises ( eu havia passa do um dos meus melhores anos como profissional enquanto escrevia estas linhas ). Eu agrade?o a todas as pessoas que pen sam como eu, que me ajudaram a adensar a estimulante atmosfera do lugar: Pallop Angsupum, Danny Tosto, Peter Halle, Mark Sptznagel, Yuzhang Zhou e Cyril de Lambilly, bem como os membros dos Paloma Partners, tais como Tom Witz, que desafiou diariamente nossa sabedoria, ou Donald Sussman , que me agraciava com suas penetrantes avaliacoes. - RESUMOS DOS CAPlTULOS 4 Um: Se voce e tao rico, por que nao e tao esperto? Uma ilustra ao do efeito do acaso na ordem de precedencia social e no ciume, por meio de dois personagens de atitudes opostas. Sobre c evento raro escondido. Como tudo na vida moderna pode mudar muito rapidamente, exceto, talvez, a odontologia. ^ Dois: Um bizarro metodo contabil Sobre hist6rias alternativas, uma visao probabilfstica do mundo, fraude intelectual e a sabedoria aleat6ria de um frances com o firme habi to de banhos freqiientes. Como os jornalistas sao adestrados a nao compreender a s£ rie aleat6ria de eventos. Cuidado com a sabedoria emprestada: como quase todas as grandes id £ias a respeito de resulta dos aleatorios vao contra a sapiencia tradicional. Sobre a diferen a entre corre ao e inteligibilidade. - - ^ 22 RESUMOS DOS CAPfTULOS Tres: Uma medita$ao matematica sobre a historia Sobre a simula ao Monte Carlo como uma metafora para se compreender uma seqiiencia de eventos historicos aleatorios. Sobre acaso e histdria artificial. Idade e beleza, quase sempre, e o novo e o jovem geralmente sao toxicos. Mande seu professor de historia para um curso de introdu £ao & teoria das amostragens. ^ Quatro: Acaso, tolice e o intelectual cientifico Sobre a ampliagao do uso do gerador Monte Carlo visando a produ$ao do pensamento artificial, e a compara ao deste com rigorosos construtos nao-aleatorios. As guerras da ciencia entram no mundo dos neg6cios. Por que o esteta em mim adora ser enganado pelo acaso. ^ Cinco: Sobrevivencia do menos apto enganada pelo acaso ? — A evolu$ao pode ser Um estudo de caso de dois eventos raros. Sobre eventos raros e a evolu£ao. Como “ darwinismo” e evolu ao sao conceitos mal compreendidos no mundo nao- biol6gico. A vida nao e contfnua. Como a evolu$ao sera enganada pelo acaso. Uma prepara ao para o problema da indu ao. ^ ^ ^ Seis: Obliqiiidade e assimetria N6s introduzimos aqui o conceito de obliqiiidade: por que os termos “ touro” e “ urso” tern um significado limitado fora da zoologia. Uma crian a perversa quebra a estrutura do acaso. Uma introdu§ao ao problema da opacidade epistemologica. Penultimo passo antes do problema da indu ao. ^ ^ Sete: O problema da indu ao ^ Sobre a cromodinamica dos cisnes. Levando o alerta de Solon para um terreno filos6 fico. Como Victor Niederhoffer me ensinou o empirismo; eu acrescentei a indu ao. Por que nao e cientifico levar a ciencia a serio. Soros promove Popper. Aquela livraria na esquina da rua 21 com a Quinta Avenida. A aoosta de Pascal. ^ RESUMOS DOS CAPITULOS 23 Oito: Milionarios demais ai no vizinho Tres ilustragoes sobre a tendenciosidade de se olhar apenas os sobrevi ventes. Por que muito poucas pessoas devem morar na Park Avenue. O vizinho milionario tem roupas de tecido muito fino. Uma superabundance de especialistas. Nove: E mais facil comprar e vender do que fritar um ovo Alguns comentarios tecnicos sobre a tendenciosidade de se olhar apenas os sobreviventes. Sobre a distribuigao de “ coincidencias” na vida. E preferfvel ser sortudo a ser competente ( mas voce pode ser apanhado de surpresa ). O paradoxo do aniversario. Mais charlataes (e mais jornalistas ) Como o pesquisador sobre a etica no trabalho consegue extrair praticamente qualquer coisa dos dados. Sobre ca chorros que nao latem . . Dez: O perdedor leva tudo — Sobre as nao-linearidades da vida A maldade nao-linear da vida. Mudando-se para Bel Air e adquirindo os vfcios dos ricos e famosos. Por que a Microsoft de Bill Gates talvez nao seja a melhor no seu ramo de negocio ( mas, por favor, nao digam isso a ele). Privando os burros de alimento. Onze: O acaso e nosso cerebro: Nos somos cegos para a pro- babilidade Sobre a dificuldade de pensar nas nossas ferias como uma combinagao linear de Paris e as Bahamas. Nero Tulip talvez nao esquie nunca mais nos Alpes. Discutindo um pouco as descobertas sobre o comportamento. Manifestagoes sobre a cegueira da probabilidade tiradas de um li vro-texto. Um pouco mais sobre a poluigao jornalfstica. Por que talvez esteiamos mortos nesfe mnmenro. 24 RESUMOS DOS CAPfTULOS Doze: Tiques de jogador e pombos numa caixa O problema dos tiques de jogador se acumulando na minha vida. Como o ingles ruim dos motoristas de taxi ingleses pode ajuda-lo a ganhar dinheiro. Como sou o maior dos idiotas, a nao ser pelo fato de que estou ciente disso. Lidando com minha inaptidao genetica. Nao ha caixas de chocolate na min...
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