Estrategia_Empresarial - 15 C O L E ˙ ˆ O EMPRESARIAL...

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Unformatted text preview: 15 C O L E ˙ ˆ O EMPRESARIAL GESTˆO Este cap&tulo oferece uma visªo geral sobre estratØgia empresarial e sua import¡ncia para o mundo dos neg¢cios, resgatando conceitos de autores clAssicos e de outros mais modernos. £bordam-se aspectos tais como o conceito da estratØgia, abordando a origem militar da estratØgia, a estratØgia nos neg¢cios e o conceito moderno de estratØgia. Na segunda se¤ªo apresentam-se ao leitor alguns tipos de estratØgias mais usados, tais como estratØgias competitivas genØricas, estratØgias de crescimento e a rela¤ªo da estratØgia com os clusters competitivos. Na terceira se¤ªo Ø apresentada uma visªo resumida da gestªo estratØgica, apresentando na quarta e Oltima se¤ªo aspectos modernos do conceito de pensamento estratØgico, passando pela estratØgia e cria¤ªo de valor, a flexibilidade e o processo de defini¤ªo da estratØgia. 1 Conceituando a estratØgia 1.1 A origem militar da estratØgia HA 2500 anos SunTzu escreveu um livro extraordinArio, na China, chamado A Arte da Guerra . Ele nos ensina que o mØrito supremo consiste em quebrar a resist¥ncia do inimigo sem lutar. £inda mais importante, A Arte da Guerra mostra com grande clareza como tomar a iniciativa e combater o inimigo: qualquer inimigo. Sun Tzu escreveu: se voc¥ se conhece e ao inimigo, nªo precisa temer o resultado de uma centena de combates. £s verdades de Sun Tzu podem, da mesma forma, mostrar o caminho da vit¢ria em todas as espØcies de conflitos comerciais comuns, batalhas em E stratØgias E mpresariais Hernan E. Contreras Alday 2 16 G E S T ˆ O EMPRESARIAL salas de diretoria e na luta diAria pela sobrevivOncia, que todos enfrentamos. ¡utra figura relevante foi o general prussiano Carl von Clausewitz que, atravØs da sua grande obra Da Guerra (1832), conseguiu expor suas idØias fundamentais sobre estratØgia. Esta grande obra merece, agora mais do que nunca, toda a aten&ªo dos modernos estrategistas do mundo empresarial por realizar a fa&anha ¢mpar de proporcionar novas formas de organizar o pensamento em uma Øpoca turbulenta e oferecer um norte seguro para o mapeamento da estratØgia em um ambiente instAvel. Neg£cios nªo sªo guerra. ¤ ocasional declara&ªo em contrArio, destinada a destacar o calor da batalha na concorrOncia empresarial, Ø uma hipØrbole jornal¢stica tolerAvel. Neg£cios e guerra podem ter muitos elementos em comum, mas como fen¥menos totais permanecerªo distintos para sempre pela natureza diversa e inconciliAvel das for&as que lhes dªo origem e dos resultados que engendram. ¦ imposs¢vel conceber atividades empresariais sem a cria&ªo de valor para benef¢cio da sociedade ou sem o desejo das pessoas de nela se engajar produtivamente. Hoje, isso Ø mais verdadeiro do que nunca. Tradicionalmente dominado por grandes empresas, o mundo dos neg£cios se tornou o palco prioritArio da criatividade de cidadªos que buscam a independOncia econ¥mica e a vibra&ªo do mercado. Nada disso se encontra na guerra.e a vibra&ªo do mercado....
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