611 62589 63295 418 380 378 01 39 01 impostos

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Unformatted text preview: os prémios de risco. RELATÓRIO OE2010 Economia Portuguesa: Evolução Recente e Perspectivas para 2010 Gráfico II.21. Taxas de Juro de Empréstimos a Particulares (Fim de período, em %) 7,4 Empresas Fev-09 Fev-07 Habitação Nov-09 2,0 Ago-09 7,8 Mai-09 3,0 Nov-08 8,2 Ago-08 4,0 Mai-08 8,6 Fev-08 5,0 Nov-07 9,0 Ago-07 6,0 Mai-07 9,4 Nov-06 7,0 Consumo e outros fins (escala da direita) Fonte: Banco de Portugal. Quadro II.9. Taxas de Juro (Valores médios, fim de período, em %) Dez-07 Dez-08 Jun-09 Jul-09 Ago-09 Set-09 Out-09 Nov-09 Taxas de juro a empréstimos, dos quais: a sociedades não financeiras 6,15 6,14 4,01 3,82 3,70 3,55 3,51 3,44 a particulares 6,19 6,53 4,09 3,69 3,53 3,40 3,27 3,18 para habitação 5,51 5,86 3,08 2,64 2,45 2,30 2,17 2,07 para consumo e outros fins 8,75 9,04 8,00 7,77 7,71 7,65 7,54 7,48 3,58 3,99 2,37 2,23 2,15 2,06 1,96 1,92 Taxas de juro para depósitos e equiparados até 2 anos Fonte: Banco de Portugal. A taxa de poupança das famílias interrompeu, em 2009, a tendência descendente que se observava desde 2002, situando-se em 8,3% do rendimento disponível no ano terminado no 3.º trimestre de 2009 contra os 6,2% no ano de 2007. Esta evolução reflecte os motivos de precaução relacionados com o aumento da incerteza, em particular as relacionadas com as deteriorações do mercado de trabalho. Em 2008, o endividamento das famílias em Portugal aumentou para 96% do PIB (85% em 2005), permanecendo acima da média da área do euro, que atingiu os 61% do PIB (58% em 2005) (Gráfico II.22). No entanto, em percentagem do rendimento disponível, o endividamento das famílias em Portugal inverteu, em 2008, a tendência ascendente da última década e registou uma ligeira diminuição, para se situar em 135%, embora continuando a figurar acima da média da área do euro (93%). No contexto de condições mais restritivas na concessão de crédito a particulares, de alguma deterioração das perspectivas para o mercado de habitação e de redução nas despesas de consumo de bens duradouros, as famílias portuguesas têm vindo a reduzir a procura de empréstimos junto do sector bancário. 111 RELATÓRIO OE2010 Economia Portugue...
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This document was uploaded on 11/28/2013.

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