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Unformatted text preview: pologia para identificar relações entre C&T, a princípio, parece atividade simples, mas não é. Diante da diversidade de tipos de organizações, tal atividade torna-se de alta complexidade. Algumas das questões que surgiram nesse processo foram: Deve-se agrupar instituto público de pesquisa com instituto privado de pesquisa?; Faz sentido criar categorias separadas para Institutos de pesquisa pública e privado?; É viável separar instituição de ensino público de privado?; As empresas públicas e privadas devem ser dispostas em categorias diferentes?; Como agir nos casos em que a empresa é mista?; É coerente criar uma categoria exclusiva para instituições militares?; Deve-se criar uma categoria específica para organizações sem fins lucrativos, cooperativas e ONGs?. Refletindo a respeito destas questões, dentre outros aspectos, considerou-se: • Não ser coerente agrupar ou criar uma categoria única para instituto de pesquisa público e privado, pois esses, normalmente, possuem características próprias. Uma das principais é que muitos institutos de pesquisa privados estão ligados a empresas e indústrias. Da mesma forma, muitos institutos de pesquisa públicos também estão vinculados ou atuam em atividades de ensino; • Para fins de análise de relações entre C&T, não ser plausível separar instituições de ensino como, por exemplo, universidade pública e universidade privada. Além de acreditar não haver benefícios para o entendimento das relações em C&T com tal opção, cuja atividade não seria fácil de ser operacionalizada no contexto internacional, dado a diversas dificuldades, como aquelas relacionadas a barreiras linguísticas. Além disso, existem os casos de universidades mistas, ou seja, com financiamento público e privado. • Que, dependendo dos objetivos, poderiam ter sido tratadas separadamente, empresas públicas e empresas privadas. Para a presente pesquisa considerou-se que o seu agrupamento em uma mesma categoria seria mais coerente. De qualquer forma, essa divisão não seria tarefa trivial, sobretudo em um contexto internacional, devido a barreiras linguísticas e aos diversos tipos de empresas existentes. Além do mais, existem problemas de difícil resolução, como é o caso de empresas de economia mista; 28 • No caso de instituições militares, que o fato de serem organizações públicas e em muitos casos possuírem atividades de ensino - um exemplo brasileiro é o Instituto Militar de Engenharia – considerou-se não ser necessário, para fins de análise de relações entre C&T, criar uma categoria específica para Instituições Militares; • Talvez ser uma das maiores dificuldades os casos de organizações sem fins lucrativos, cooperativas e as organizações não governamentais. Independentemente da sua natureza jurídica, essas organizações, rotineiramente, oferecem produtos e serviços e não estão ligadas a universidades. Assim, entendeu-se que deveriam ser agrupadas em alguma categoria relacionada a empresas. Diante do exposto, as organizações foram agrupadas em duas categorias, a saber: Instituições de Ensino e Institutos Públicos de Pesquisa (IEIPPs) e Empresas e Institutos Privados de Pesquisa (EIPPs). Assim, os tipos de organizações foram enquadrados de acordo com a divisão apresentada no Quadro 3. Quadro 3 – As categorias IEIPP e EIPP e os tipos de organizações que congregam Categorias Organizações congregadas Instituiçõ...
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This document was uploaded on 01/24/2014.

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