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Unformatted text preview: s utilizados para representar as informações. Apesar das desvantagens, inerentes a todo e qualquer sistema de classificação passível de interferências linguísticas e semânticas, o uso da Classificação Internacional de Patentes (CIP) tem sido adotada com relativo sucesso por propiciar a construção de indicadores por áreas tecnológicas específicas. 116 Faria, Gregolin e Santos (1998) consideram a CIP como sistema de classificação documentária que organiza os documentos de patentes, procurando manter uma neutralidade quanto à sua linguagem e vocabulário, oferecendo a possibilidade de observar como um assunto se insere em uma esfera maior do contexto de sua tecnologia e possibilita visualizar como a tecnologia envolvida se divide em "subtemas" associados ao assunto, permitindo o planejamento de uma estratégia de busca adequada à recuperação de informação referente à questão a ser respondida. Desse modo, fica evidente que os documentos de patente oferecem rica possibilidade de investigação por áreas tecnológicas, através do uso da CIP. Como visto, a padronização de diversos campos da patente facilitam a construção de indicadores e a visualização de tendências. Documentos de patentes possuem duas letras e outros códigos (por exemplo, WO para o tratado de cooperação em patente, BR para patentes registradas no INPI do Brasil). Esses códigos padronizados incluem informações como o ano em um conjunto de 10 caracteres de identificação, por exemplo [WO]-[2005]-[0]-[94860]. Quando combina-se o código do país com a data e a CIP, podem ser criados mapas de tendências tecnológicas (OLDHAM, 2007). O estudo elaborado por Oldham (2007) realiza diversas análises utilizando esta técnica. O respectivo estudo é apresentado de forma bastante didática, sendo uma boa referência àqueles interessados em indicadores patentométricos. Como o país de registro da patente não é necessariamente o país da organização ou “Pessoa física” (as patentes podem ser de residentes ou não residentes), muitos estudos utilizam as informações de origem do país, que difere da abordagem utilizada no estudo de Oldham (2007). Um exemplo de estudo com base no país de origem do detentor foi publicado por Antunes, Giannini e Borschiver (2000). Fundamentos e o funcionamento da CIP A maioria das invenções pode ser classificada como um produto ou processo. Uma invenção (aparelho, processo ou dispositivo qualquer) é classificada de acordo com a finalidade e o uso da invenção (por exemplo, um aparelho celular), um processo (por exemplo, um processo de purificação de biodiesel) ou um dispositivo (por exemplo, de extração de óleo de sementes). 117 Como produtos, se enquadram, além daqueles vendidos nas prateleiras dos supermercados, itens como substâncias químicas, organismos geneticamente modificados, etc. Os processos são os meios físicos e/ou químicos utilizados na obtenção do produto (por exemplo, processos químicos de polimerização, de fermentação, de análise,...
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