A evoluo anual desses artigos deu se de acordo com os

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Unformatted text preview: uma patente, com a média das patentes em uma mesma subclasse da CIP para esse ano. Possibilita visualizar a média do vínculo da ciência básica de uma patente, área tecnológica ou instituição); o índice de referências, que compara a quantidade de patentes citadas por outra patente com a média de referências que tem as patentes da mesma subclasse da CIP para esse ano; o índice de velocidade de inovação (que se propõe em entender quão rápida é a mudança tecnológica); as referências a não patentes (quantidade de referências de qualquer publicação, como livros, artigos, teses); as referências a patentes citadas (quantidade de patentes citadas pela patente proposta); o tempo de ciclo tecnológico (é a mediana em anos das citações a patentes anteriores (possui conceito semelhante à obsolescência na Bibliometria); as citações por patente (quantidade de citações que uma patente recebe das patentes subseqüentes (é considerado um indicador de impacto tecnológico, em que os altos números de citação, muitas vezes, indicam a importância da invenção ou sua importância para desenvolvimentos futuros e, também, indica estágio tecnológico avançado em uma instituição); o índice corrente de impacto (vezes que as patentes de uma entidade, registradas nos últimos cinco anos, são citadas no ano corrente, com relação à totalidade das patentes registradas); a fortaleza tecnológica (dimensão ponderada da qualidade total das patentes de uma instituição: mais patentes de pouco impacto versus poucas patentes de grande impacto). Indicadores de colaboração científica e coinvenção A colaboração entre instituições e pesquisadores também pode ser medida através de indicadores de patentes. Apesar do envolvimento em atividades científicas entre membros da academia ser diferente das atividades industriais (enquanto a primeira visa, normalmente, a ampliação e disseminação do conhecimento, a segunda centraliza seus esforços buscando retornos crescentes do capital), na sociedade atual as firmas passam a ter crescente interesse na 113 cooperação mútua e na formação de redes. Além, é claro, da clássica e já conhecida cooperação universidade/empresa ocorrida em diversos países. A relação entre diversos atores sociais, que, de certa forma, reforça a concepção sistêmica da atividade inovativa, é comprovada por diversos estudos, que constatam a publicação de artigos científicos conjuntamente (em coautoria) entre membros de empresas privadas e acadêmicos (CAMPOS, 2006), assim como a colaboração em pesquisa e desenvolvimento (coinvenção), conforme apresentado em estudo elaborado por Matheus, Vanz e Moura (2007). As patentes assinadas por um ou mais inventores e/ou proprietários da patente podem ser úteis nas análises e elaboração de índices de colaboração por instituições, nas análises de características da atividade inovadora em diferentes níveis (como por exemplo, determinar tendências e características de colaboração, porcentagem de inventores que assinam as patentes, etc.), e na análise do tipo de colaboração ent...
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This document was uploaded on 01/24/2014.

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