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Unformatted text preview: re organismos e alianças estratégicas entre empresas. (GUZMÁN SÁNCHEZ, 1999). 5.3.3.2 A CIP e a sua utilização para a formulação de indicadores A classificação é uma atividade inerente ao ser humano. Está presente em seu cotidiano desde as mais remotas épocas - o que não é diferente em se tratando de temas como a propriedade intelectual. Existem diversos tipos de classificação para objetos de propriedade intelectual, com maior ou menor grau de maturidade. Dentre os mais conhecidos, pode-se mencionar o caso de registros bibliográficos, onde a Classificação Decimal de Dewey e a Classificação Decimal Universal merecem destaque. Outras são a classificação de Locarno, utilizada para Desenhos Industriais, a classificação de Nice para indexar registros de Marcas e, finalmente, a Classificação Internacional de Patentes (CIP), que será explorada neste trabalho, pelo fato de ser comumente utilizada para a formulação de indicadores. A Classificação Internacional de Patentes (CIP) surge diante de dificuldades causadas pela ausência de padronização e pelo fenômeno de explosão da informação (que também pôde ser observado no caso das patentes). Anteriormente, cada escritório tinha seus próprios critérios de classificação de seu fundo documental. A exaustividade da classificação variava de país para país, conforme a quantidade de pedidos de privilégio. Diante das novas condições, 114 marcadas pelo crescimento exponencial de documentos de patentes e da globalização dos mercados e economias, tornava-se insustentável a manutenção de um sistema de classificação para cada país ou órgão de registro, surgindo, então, a necessidade da padronização. Para Di Blasi (2000) fez-se cada vez mais necessária a uniformização dos procedimentos, que passavam a ser mais necessários quanto maior fosse o intercâmbio de documentos entre as nações. Diante dessa necessidade e para amenizar tais dificuldades é criada a CIP, cujo maior mérito é facilitar a busca de informações técnicas relativas a patentes. A sua criação se justifica pela grande quantidade de informações existentes em documentos de patentes e pela importância de seu conteúdo: praticamente tudo o que se refere ao avanço do conhecimento humano relativo às principais tecnologias. O objetivo da classificação é permitir, tanto quanto possível, o acesso fácil a dados inerentes às invenções, quando se pretende realizar a investigação da novidade do objeto contido num pedido de privilégio, o levantamento do estado de uma determinada técnica ou, ainda, precisar o desenvolvimento de um campo tecnológico específico em uma região ou em várias. Para tanto, um sistema de classificação de patentes deve ser concebido de modo a agrupar, num mesmo item classificatório, as tecnologias correlatas de modo a facilitar a localização de uma informação. (DI BLASI, 2000, p. 106). Frente às necessidades apresentadas, foi estabelecido em Estrasburgo, em 1971, um tratado internacional que d...
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This document was uploaded on 01/24/2014.

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