A pesquisa em bancos de dados de patentes evita que

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Unformatted text preview: to de professor como dependente da quantidade de publicações – publicações que poucos lêem. (WATERS, 2006, p. 25). Análise de coautoria em ciência A técnica de análise de coautoria, normalmente, tem objetivo de detectar redes de colaboração científica entre autores, seja em nível nacional ou internacional. Pütsch (2003) considera que a ligação entre cientistas pode ser analisada através de seus artigos, onde a conexão pode ser analisada através das citações ou de trabalhos em coautoria. Apesar de tal técnica estar dentro do grupo de análise de redes sociais, que engloba as redes de coautoria e de citação, a primeira é indicada para a análise de colaboração científica. A ligação entre pesquisadores e cientistas em suas publicações em coautoria pode ser definida, genericamente, a partir da definição de redes sociais, proposta por Newman (2001), o qual a considera como um conjunto de pessoas ou grupos que possuem conexões de algum tipo com um ou todos os outros integrantes. As pessoas ou os grupos são chamados de “atores” e as conexões de “nós”. Um ator pode ser uma única pessoa, um grupo ou uma companhia. Um nó pode ser, por exemplo, um laço de amizade entre duas pessoas, uma colaboração ou um membro comum entre dois grupos. É importante notar que, conforme observa Balancieri (2004), no nível mais básico, são as pessoas que colaboram, constituindo, portanto, a unidade fundamental de colaboração. Dois pesquisadores podem ser considerados 98 conectados quando publicam em coautoria e nas redes de pesquisa formadas por esse tipo de relação, os atores - ou nós - são os pesquisadores e as ligações entre eles são as colaborações científicas. FUNARO et al (2009) retratam a lógica da colaboração ao afirmarem que: Nos estudos de co-autoria pressupõe-se que os resultados de uma pesquisa em colaboração serão publicados em forma de artigo (ou outro tipo de publicação) também elaborado em cooperação. Efetivando-se a parceria na publicação dos resultados, via de regra, é possível a identificação dos pesquisadores envolvidos, assim como suas instituições e seus países de origem. [...] Assim, a publicação por múltiplos autores (publicação em co-autoria ou co-assinada), tem sido utilizada como base para a contagem de atividades colaborativas. (FUNARO et al, 2009, p. 351). A colaboração científica vem sendo estimulada nos mais diversos níveis institucionais. Apesar das limitações, apresentadas, por exemplo, por Meadows (1999) que relata a possibilidade de que ocorra a inclusão daqueles que pouco colaboraram e a exclusão daqueles que mais colaboraram em produções científicas, tal técnica tem sido amplamente utilizada para a análise de colaboração científica e desenho de políticas científicas. Apesar das desvantagens do processo de colaboração científica (como atividades de negociação e troca, investimento sócioemocional, etc.), FUNARO et al (2009) sumarizam a visão corrente de pesquisadores e organizaçõe...
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