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Unformatted text preview: ispõe sobre a classificação das matérias caracterizadas conhecida pela nos pedidos. sigla IPC Esta classificação (International Patent ficou internacionalmente Classification) ou CIP (Classificação Internacional de Patentes), no caso do Brasil. No entanto, sabe-se que as primeiras discussões sobre a criação de um sistema internacional de classificação das invenções são de praticamente duas décadas anteriores. O primeiro passo para a criação da IPC foi a instituição de um órgão internacional em 1954 – o Instituto Internacional de Patentes (hoje incorporado ao Escritório Europeu de Patentes - EPO) - que contou com a participação de algumas nações européias como Alemanha, Suécia e Irlanda, as quais elaboraram o sistema básico de classificação entre 1954 e 1967. No ano de 1975 a CIP, finalmente, entra em vigor. 115 Atualmente a CIP já está fortemente consolidada e com um grau de maturidade elevado, sendo reconhecidamente uma ferramenta fundamental em se tratando de recuperação de patentes. Mais de 90 países adotam a classificação, seja de forma única ou conjunta com outros sistemas. Além disso, é adotada por escritórios de patentes regionais, como, por exemplo, pela EPO, ARIPO, EAPO e OMPI. Neste contexto, a OMPI possui papel diferenciado por ser responsável pela atualização da CIP por meio do Secretariado do Comitê da Classificação Internacional de Patentes. As vantagens da CIP, que vão desde a abrangência de todos os campos tecnológicos até a sua indexação coerente e integral, possibilita a recuperação fácil da tecnologia desejada, assim como fornece uma base para determinação de dados estatísticos de certos parâmetros tecnológicos. (OLIVEIRA et al, 2005 ). Apesar de muitos trabalhos utilizarem a CIP para a construção de indicadores tecnológicos, nota-se que a mesma também apresenta limitações. Neste sentido, Albuquerque (2005), ao mesmo tempo em que reconhece algumas de suas qualidades, também aponta algumas dessas limitações: A classificação das patentes em subseções, por exemplo, oferece uma detalhada visão da natureza da patente, a que setor ela se aplica, etc. Entretanto, alguns problemas podem dificultar a análise. Por um lado, essa alta desagregação das subclasses acaba por separar tecnologias que são relacionadas. Por outro lado, a forma como a agregação é realizada nos níveis de seção e subseção visa fundamentalmente atender às necessidades dos escritórios de patentes e não viabilizar estudos ou análises mais aprofundados sobre a dinâmica de determinados sistemas de inovação. (ALBUQUERQUE, 2005, cap. 6, p. 20). Outra limitação quanto ao uso da CIP para a produção de indicadores pode ser originária de problemas de processamento técnico dos documentos de patentes, já que, segundo Garcia (2006), existe a possibilidade de interferências ideológicas, culturais e semânticas dos responsáveis pela atividade de indexação e dos instrumento...
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