Desse modo ainda poder haver inconsistncias dado aos

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Unformatted text preview: análise de relações entre a Produção Científica e Produção Tecnológica, optou-se pela escolha da metodologia que se julga mais coerente, em detrimento da análise global da Produção Científica, propriamente dita. Caso a escolha fosse inversa, a análise das relações entre a Produção Científica (artigos) e da Produção Tecnológica (patentes) seria seriamente comprometida. Uma das grandes dificuldades de se realizarem estudos bibliométricos de Produção Científica, especialmente de países periféricos, está relacionada a limitações quanto à cobertura geográfica das bases de dados (MUGNAINI, JANNUZZI, QUONIAM, 2004; MENEGHINI, 1998; LIMA, 2007). Como esse tipo de limitação também é encontrado nas bases de dados de patentes, considerouse coerente realizar recortes geográficos para que não houvesse interpretações equivocadas no momento de analisar as relações entre a Produção Científica e a Produção Tecnológica. Apesar do estreitamento do foco geográfico de análise da Produção Científica, o conjunto de países selecionados certamente oferece um panorama 21 relevante dessa produção, trazendo benefícios para a área de biodiesel como um todo. Os países que não possuem as patentes de seus escritórios nacionais indexadas na base de dados DII também não fazem parte da análise da Produção Tecnológica. Em princípio, parece incoerente aplicar tal procedimento às patentes, mas não é. Como um país pode registrar sua patente em qualquer outro país, naturalmente ocorre a recuperação de patentes de países não indexados. Em outras palavras, um país que não tem suas patentes indexadas na base de dados DII pode requerer o registro de sua patente em um ou mais países cujas patentes são indexadas na DII. Assim, como a quantidade de patentes registradas no próprio país, via de regra, é muito maior do que as registradas em escritórios de patentes internacionais, o seu uso para efeito de comparação seria metodologicamente questionável. Ao contrário da posição assumida quanto à Produção Científica, o procedimento de exclusão das patentes de países que não possuem suas patentes indexadas pela base DII não traz limitações ao estudo. Diante da limitação da base de dados, considera-se justamente o contrário. Como a análise da Produção Tecnológica é realizada a partir da localidade da organização e não o local de registro, as limitações acabam por ser minimizadas. Pode-se, por exemplo, construir um ranking de Produção Tecnológica pelos países sem que se subestime a sua produção real. A não exclusão traria limitações, pois as patentes registradas por um país em outro é apenas uma pequena parcela da produção total do país. Alem desse procedimento, nos casos de patentes cujos países não foram mencionados decidiu-se, também, pela exclusão do conjunto de dados a serem analisados. Testes preliminares com os dados globais recuperados quanto à Produção Científica são apresentados no ANEXO I, oferecendo uma noção das limitações apresentadas. Os dados das patentes totais, ou seja, antes da exclusão dos casos apresentados, pod...
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