Neste sentido walker 1995 apud meyer e bhattacharya

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Unformatted text preview: estão perdendo capacidade de inovação); porcentagem de patentes por uma instituição (empresa, universidade, país); ou área (patentes em uma área dividida pela 111 quantidade depositada por determinada instituição, mostrando o núcleo tecnológico e o foco de uma instituição). Outro indicador que poderia ser considerado de “produtividade”, apesar das particularidades, é o indicador que analisa o(s) registro(s) em um ou mais países. Como é preciso registrar a patente em cada um dos países que se pretende proteger e explorar economicamente sua invenção esse indicador torna-se interessante. Por exemplo, uma invenção brasileira registrada no Brasil poderá ser registrada em quantos países se julgarem necessários. Muitas vezes a escolha de determinado país ou um conjunto deles é motivada por questões estratégicas/econômicas. Para Spinak (2003), essa característica está relacionada ao comércio exterior, existindo desse modo, alguns indicadores que permitem analisar a relação comercial ou de dependência e nível de transferência tecnológica entre os países ou regiões. Okubo (1997) também considera os indicadores de depósito de fundamental importância, dividindo-os em quatro grupos principais: 1 - número de residentes, ou seja, de inventores que vivem no país em um dado período. Este indicador dá uma idéia de output tecnológico; 2 - número de pedidos de patentes de não residentes (inventores que não vivem no país analisado). Este indicador reflete penetração tecnológica; 3 - número de pedidos de patentes nacionais (soma de pedidos de residentes e não residentes), que indica o tamanho do “mercado tecnológico” que o país representa; 4 - número de patentes requeridas no exterior por inventores residentes no país considerado. Este indicador reflete a “difusão tecnológica” de um país. Indicadores de citações em tecnologia Os indicadores baseados em citações são formados pelo número destas que determinada patente recebe e/ou concede. Essas citações podem ser oriundas de outras patentes ou até mesmo de documentos acadêmicos, como, por exemplo, artigos e teses. Quem cita, segundo Callon, Courtial e Penan (1995) são os próprios examinadores ligados aos escritórios de patentes, e igualmente os depositantes, que as referenciam para mostrar certas características entre a invenção concedida e as invenções precedentes (com a finalidade de fornecer delimitação de uma, porém confessando certa proximidade entre elas). Isto permite analisar, por exemplo, a fração das citações que recebe e que são 112 objetos de citação. Podendo assim comparar países, instituições, pesquisadores, etc., em função do número de citações que recebem suas patentes. Os indicadores baseados em análises de citações também são abordados por Spinak (2003), que apresenta uma grande variedade de índices. Dentre eles encontram-se: o índice de ciência (comparação da quantidade de publicações não patentes citadas por...
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