A diferena no est no timing mas na considerao de

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Unformatted text preview: que auxilia os investidores a avaliar suas alternativas de investimento. Operam independentemente de concessão governamental e são independentes do mercado de investimentos. As agências não estão sujeitas a regulação. As receitas das agências vem de taxas (fees) dos emissores que solicitam ratings de seus títulos e vendas de relatórios de pesquisas, software e informações. O fee pode ser pago por emissão ou fee anual até o vencimento do título. Até o vencimento do título a agência irá revisa-lo. Se a empresa tem uma nota boa e fala para divulga-la, anualmente será feita a revisão, ou se tiver um fato novo como fusões. Pode ter alguma situação externa que altere muito a situação atual. Se uma empresa emite um título que irá vencer em 10 anos e teve classificação BBB e pagará juros de 8% ao ano. Nos próximos 10 anos o título não ficará na mão dos mesmos investidores, existe um mercado secundário (fundo de renda fixa, investidor, etc.), se a empresa mudar, ganhar uma nota A, o dono do título sairá beneficiado. Se a empresa fosse emitir título, emitiria a 6%. Se títulos do mesmo risco pagam 6%, você não venderá o seu pelo mesmo preço, o valor do título aumenta. A reavaliação da empresa é mais importante para o investidor, para a empresa nem tanto, a menos que faça outra emissão. O benefício é para quem investiu no título. O spread é quanto a empresa está pagando a mais do que o título americano. Se ambas empresas tem o mesmo rating, pagarão aproximadamente o mesmo juro. Por que pagar por um rating? • A classificação pode ser ruim. A alternativa é lançar títulos sem nota, mas o título sem classificação terá uma taxa de juros muito maior. Se o investidor não tem ideia do rating da empresa, naturalmente o risco será nivelado a um patamar maior. A sinalização de não ter rating é que o investimento é de qualidade ruim. • Investidores institucionais (principalmente fundo de pensão, mas não só eles – fundo de renda fixa, fundo de private equity) investem somente em títulos com boas classificações. • Ainda que o investidor não seja avesso ao risco, o rating é importante. Se o investidor sabe que é um junk bond, você sabe que colocará dinheiro para ganhar bastante. Não dá para saber se o título sem rating seria junk ou não. Objetivo: classificação de títulos de renda fixa (não é ação) e é classificação do título e não da empresa. O rating não é ranking. Ranking são por exemplos as empresas mais admiradas, as maiores empresas, etc. O rating não é um modelo matemático (pode usar o modelo em solvência, por exemplo, mas não é exclusivamente um modelo matemático, também é), cadastro empresarial (não é ficha cadastral da Serasa) ou auditoria (não faz auditorias das demonstrações financeiras). O emissor tem capacidade de pagar aquele título? Conjunto de informações quantitativas e qualitativas. Classificação de longo prazo e curto prazo. Há diferença entre ratings de bancos e de empresas não financeiras. As empresas não financeiras não lançam títulos de dívidas constantemente. Hoje os bancos lançam milhões de títulos, pois é um instrumento para tomar dinheiro, não dá para as agências darem um rating para cada um deles. O rating de títulos emitidos por bancos é por segmentos: ! 35! longo prazo e curto prazo. A emissão específica das empresas não financeiras tem classificação pois são pontuais. Mesmo que em outros países existam outras agências, haverá algum tipo de consistência internacional. As maiores agências americanas são Moody’s, S&P e Fitch. Emissores e seus títulos podem ter classificações diferentes por diferentes agências. A S&P rebaixou os títulos dos governos americanos, por exemplo, e outras agências não. Previsibilidade de Default As agências são bem eficientes com relação a dívidas soberanas (países). Títulos de empresas também tem boas previsibilidades. A imagem ficou arranhada com a Enron em 2001 e com fundos lastrados em hipotecas em 2008 (má fé ou incompetência). Rating e custo de capital Quanto melhor o rating menor spread em relação aos títulos do governo americano. Quanto pior rating maior spread em relação aos títulos do governo americano. O spread não é a agência de rating que determina, é consequência da nota. Será que uma empresa local conseguirá uma classificação melhor que o governo local? É difícil pois o governo consegue compulsoriamente gerar receita, aumentar imposto. O governo apresenta risco, mas todas as empresas terão sempre risco maior, pois não conseguirão compulsoriamente gerar receita. A Agência Existe um comitê executivo de classificação (acionistas da agência, aspectos societários, classificação de risco), conselho técnico-consultivo (notório saber, avaliação de relatórios, avaliação do risco) e departamento técnico (preparação dos estudos, entrevistas, estudos e discussões). O estudo olha as condições macroeconômicas...
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