So pontos conflitantes pode pensar em aes sociais

Info iconThis preview shows page 1. Sign up to view the full content.

View Full Document Right Arrow Icon
This is the end of the preview. Sign up to access the rest of the document.

Unformatted text preview: na sociedade. Não é fácil para uma empresa ser diferente. Em geral, não são muito distintas (por exemplo, viagem de avião). Para uma empresa conseguir ter um valor acima dos concorrentes, precisa fazer algumas coisas diferentes. Qual é o papel de uma empresa? Duas posições ideológicas contrastantes: The business of business is business – o objetivo da empresa é criar valor ao acionista; Corporate Social Responsability – as grandes corporações precisam transformar questões sociais em estratégias de maneira que reflitam sua importância no negócio. Relacionamento empresas x sociedades (contrato social). Esse contrato tem obrigações, oportunidades e vantagens mútuas para todos os lados. São dois caminhos, responder depois, ser reativo aos eventos, ou antecipar tais eventos. O ideal é que a empresa faça o mapeamento (o que faz que é danoso e como pode antecipar isso). O problema do pensamento the business of business é que ele pode cegar a administração em duas realidades importantes: a primeira é que as questões sociais não são tão tangenciais aos fundamentos do business of business como se pensa. Sob um ponto de vista defensivo as empresas que ignoram sentimentos públicos e ficam vulneráveis aos ataques. Mesmo sob a perspectiva estrita do shareholder-value, a maior parte do valor de mercado, pelo menos 80%, das empresas americanas e europeias depende das expectativas de geração de fluxo de caixa além dos três próximos anos. São pontos conflitantes? Pode pensar em ações sociais positivas mas e o resultado do trimestre, por exemplo? A empresa tem muita pressão para apresentar maiores retornos. Valor da empresa: função do fluxo de caixa esperado. Consequências das pressões sociais nas empresas: alimentos/restaurantes, farmacêutica, fumo, bancos, mineração. O tempo todo são feitas escolhas, trade-offs. Tudo tem o outro lado da moeda. Ter em mente como buscar o tempo todo gerar valor ao acionista e não estragar o mundo. Em muitos casos a postura business of business is business tem cegado as empresas em relação aos resultados no seu contrato social implícito que na maioria das vezes poderia ser antecipado. Esses resultados não representam somente riscos para as empresas, mas também tem gerado oportunidade de criação de valor (medicamentos genéricos, alimentos saudáveis). As empresas podem obter vantagens competitivas antecipando ações antes dos concorrentes. Questão não é somente social mas também inovação e crescimento. Conseguir ser diferente não só nas palavras é difícil, esse pode ser um caminho. • • • • • • • • • • • ! 11! Paradoxalmente, a linguagem shareholder value pode impedir as empresas de maximizar a riqueza dos acionistas. Praticado como um mantra irrefletido, pode levar os administradores a se concentrarem excessivamente no desempenho de curto prazo de seus negócios, negligenciando as oportunidades e questões de longo prazo. A segunda é que a perspectiva business of business is business obscurece muitas empresas com questões sociais. Necessidade de endereçar questões em torno de sua ética e legitimidade. Por razões de integridade e interesse próprios as empresas precisam enfrentar as situações com palavras e ações. CSR é a resposta? Muitas vezes são abordagens defensivas, que são muito limitadas e desconectadas da estratégia corporativa. CSR é limitada como agenda de ações corporativas porque falha em capturar a importâncias das questões sociais na estratégia corporativa. Grandes empresas proporcional grandes benefícios (inovação, pesquisa, ganhos em produtividade, tecnologia e processos, IBM x Carnegie). Considerando as limitações de ambos, CSR e business of business is business encontram-se os contornos de uma nova abordagem para os negócios. Os CEOs das grandes empresas atuais devem aproveitar as oportunidades para reafirmar e reforçar seus contratos sociais a fim de ajudar e proteger, a longo prazo, os bilhões investidos pelos seus acionistas. Lucro não é o fim em si mesmo, mas consequência de ações, no sentida da empresa estar desempenhando sua missão de entregar o que as pessoas querem e de modo a usar os recursos de maneira mais eficiente. Contrato empresa x sociedade CEOs têm oportunidade de restabelecer e reforçar seus contratos para assegurar a longo prazo os bilhões de seus acionistas. A maior eficiência em aspectos da cadeia de valor, pode ter impactos positivos na sociedade. Reduzir o consumo de energia é um exemplo. Empresas de setores mais agressivos como siderúrgica, cimento, as pessoas estão preocupadas com eficiência energética, poluição, etc. A grande briga dos grandes não é com os grandes, mas com os menores que têm menos preocupações (sem especificação, funcionários não registrados), o que leva a maiores margens. A empresa grande formal tem uma preocupação maior com isso, e a concorrência ruim é a das pessoas lá de baixo. • • • • • • • • • •...
View Full Document

This document was uploaded on 02/18/2014.

Ask a homework question - tutors are online