Tabela 1 geometria das massas coluviais típicas do

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Tabela 1. Geometria das massas coluviais típicas do sudeste brasileiro (modificado de LACERDA, 2000). Local Referência Dimensões (m) β (graus) Vol. aprox. (10 3 m 3 ) Observações Casa de força de Cubatão, SP Terzaghi (1960) Vargas (1997) H=120, L=250, d=150, h=20 26 500 Movimento acelerado por escavação no pé do talude h w /h= 0,95 Costa 500 Via Anchieta,SP Teixeira e Kanji (1970) Vargas (1997) H=60, L=230, h=30 15 h w /h≈1, φ’ = 29º Angra dos Reis, RJ Borda Gomes (1996) Lacerda (1997) H=140, d=120, h=20 17 800 Escavação no pé do colúvio acelerou os movimentos, φ r ’ = 17º h w /h= 0,65; Chuva acumulada crítica de 200mm/25dias Morro dos Urubus, RJ Moreira (1974) Lacerda (2000) H=50, L=220, d=120, h=14 17 450 23º abaixo da escavação rochosa, 8º no pé do escorregamento; φ r ’ = 30º h w /h> 1, Chuva acumulada crítica de 350mm/25dias Itacuruçá, RJ Freitas (2004), Lacerda (2004) H=60 L=265, d=100, h=20 16 h w /h=0,75, φ’ r = 19º, Chuva acumulada crítica de 250mm/25dias Morretes, PR Suzuki (2004) H= L=450, d=120, h=15 13 650 h w /h=0,6, φ’ r = 21º Chuva acumulada crítica de 300mm/25dias Vila Albertina, SP Godóis et al. (2009) Futai et al. (2011-b) H=100 L=150, d=100, h=15 13 180 h w /h=1,0; φ’ r = 28º Chuva acumulada crítica de 150mm/30dias Sendo H a altura da encosta, L o comprimento, d a largura, h a espessura da massa instável, β a inclina- ção média da encosta, hw a altura do nível freático em relação à superfície de deslizamento.
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Tópicos sobre infiltração: teoria e prática aplicadas a solos tropicais 522 Os escorregamentos ativo e sazonal das massas coluvionares saturadas se deslocam len- tamente, mas podem se mover vários metros ao longo dos anos. Apesar de não causarem escorregamentos catastróficos, as massa coluvinares saturadas podem causar prejuízos em obras lineares (estradas, ferrovias, viadutos, túneis, dutovias, linhas de transmissão, etc.) e construções sobre as massas instáveis. As intervenções do homem por meio de cortes, so- brecargas, aumento da taxa de infiltração de águas servidas ou de vazamentos de tubulações podem acelerar os movimentos e até modificar o tipo de escorregamento. Como o mecanismo que deflagra o movimento é a elevação do nível freático promovido pela infiltração acumulada da água, a forma mais eficiente de estabilizar os colúvios saturados é por meio de drenagens superficiais e profundas associadas com contenções localizadas. Referências bibliográficas AVELAR, A. (1996). Investigação histórica e geotécnica do movimento de massa do Sober- bo, RJ. Dissertação de Mestrado Engenharia Civil. COPPE, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 122p BARATA, F. E. (1969). Landslides in the tropical region of Rio de Janeiro. In : 7th Proceedings of International Conference On Soil Mechanics And Foundation Engineering, México, ISS- MGE … v. 2, p. 507-516. BORDA GOMES, D. M. (1996). Correlações entre precipitações, movimentos, piezometria e fatores de segurança em encostas coluvionares em regiões tropicais. Rio de Janeiro: UFRJ.
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