Pode se pensar tamb\u00e9m na express\u00e3o de recepto sol\u00faveis ou dom\u00ednios ativos

Pode se pensar também na expressão de recepto

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única cadeia polipeptídica ativa. Pode-se pensar também na expressão de receptores solúveis (ou domínios ativos destes) para um dado vírus, no sentido de in ibir a sua interação com o receptor da célula; um exemplo seria a expressão do receptor CD4 para o vírus da AIDS. Uma idéia espetacular que começa a emergir a partir do nosso conhecimento da estrutura atômica e função de fatores de transcrição, é a possibilidade da síntese de drogas que inibiriam ou ativariam especificamente um dado fator de transcrição (Figura 47).
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78 Figura 46. Representação esquemática de estratégias usadas para produzir insulina para fins terapêuticos . Um outro exemplo da potencial aplicação da expressão de proteínas heterólogas em intervenção terapêutica seria a produção de grandes quantidades de anticorpos em plantas, visando seu uso em imunoterapia. As plantas são capazes de sintetizar e montar virtualmente qualquer tipo de molécula de anticorpo, desde fragmentos até cadeias completas e mesmo anticorpos multiméricos. Ma & Ben (1995) descreveram a expressão e montagem em plantas da molécula de IgA, que é a forma predominante de imunoglobulina em secreções de superfícies mucosas como o trato grastrointestinal. Até então a produção de IgA em sistemas heterólogos tinha sido frustante devido a complexidade desta molécula. Anticorpos produzidos em plantas podem vir a ser particularmente úteis para imunoterapia tópica. No caso, por exemplo, de cáries, Ma et al. (1990) mostraram que a aplicação tópica de anticorpos monoclonais contra uma proteína da superfície (de adesão) do Streptococcus mutans em dentes humanos conferiu proteção a longo prazo contra esse microrganismo em adultos. B A Ala s s s s s s B A s s s s s s B A s s s s s s B A Thr s s s s s s B A s s s s s s B A s s s s s s B A s s s s s s B A E.coli E.coli E.coli levedura cadeia A cadeia B Pró-insulina Humana Precurssor de insulina Insulina humana (crb) Insulina humana (emp) Insulina suína Insulina suina pâncreas suíno Insulina bovina pâncreas bovino Insulina humana (prb) Insulina humana (pry) B A s s s s s s B A s s s s s s
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79 Figura 47. Modelos hipotéticos da ação de drogas que poderiam ser efetivas em terapêutica atuando sobre um fator de transcrição. b) a terapia gênica por transfecção de células retiradas do próprio paciente com retrovírus, ou outros tipos de vírus, com o intuito de repor um gene mutante ou para o tratamento de doenças multi-fatoriais como câncer e doenças cardíacas. A primeira terapia gênica realizada para substituir um gene mutante único, iniciada em 1990, foi a terapia para a deficiência da adenosina desaminase (ADA), a qual consiste em implantar linfócitos T transfectados com retrovírus expressando a proteína ausente nos portadores desta doença. Esta tem sido considerada o protótipo das terapias gênicas e tem sido bem sucedida (ver o artigo de F. Watson, 1993).
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