Figura 21 Sistema Integrado de Seguran\u00e7a de Barragens O pilar T\u00e9cnico

Figura 21 sistema integrado de segurança de

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Figura 2.1 - Sistema Integrado de Segurança de Barragens O pilar Técnico-Operacional é entendido como sendo as medidas tradicionais de controle de segurança estrutural, hidráulica e operacional, aplicadas nas fases de projeto, construção, operação e descomissionamento, de acordo com critérios e normas técnicas vigentes; o de Monitoramento-Vigilância compreende as medidas de observação ou monitoramento, estrutural e hidráulico, e as medidas especiais de vigilância, incluindo os sistemas de inspeção, detecção, previsão e análise, orientados para a prevenção a curto / médio prazo de emergências e de controle de eventuais situações de crise. Já o de Gestão de Riscos / Emergência compreende a implementação e preparação de todas as medidas e procedimentos necessários para o controle dos riscos e para dar uma resposta aos eventuais acidentes que possam ocorrer numa barragem (Almeida, 2001). O papel que cada um dos três pilares desempenha tem sua importância na segurança global da barragem e, por isso, devem ser encarados pelos profissionais como complementares e nunca como excludentes. Cada pilar, portanto, deve ser entendido como condição necessária para a segurança, mas não suficiente.
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7 2.1. Gestão de riscos A Gestão de Riscos é essencialmente uma prática gerencial. Envolve a cultura, os processos e as estruturas voltadas para a concretização de oportunidades potenciais, ao mesmo tempo em que se gerenciam os efeitos adversos que venham a surgir. No contexto da gestão, o risco é entendido como sendo a exposição às consequências das incertezas existentes ou aos potenciais desvios daquilo que foi planejado ou que era esperado (AS/NZS, 2004). A Gestão de Riscos se concretiza por meio de um procedimento interativo constituído de etapas, conforme ilustrado na Figura 2.2. A realização destas etapas, como uma sequência de passos, resulta num ciclo que proporciona um aprimoramento contínuo das tomadas de decisões e um incremento permanente de desempenho (AS/NZS, 2004). Para cada nova informação adquirida, o ciclo pode ser realimentado, proporcionando respostas cada vez mais precisas. Figura 2.2 - Etapas da Gestão de Riscos (modificado - AS/NZS, 2004) Dentre as etapas, o correto estabelecimento do contexto do gerenciamento é peça fundamental para o sucesso e a eficiência da gestão, pois é nela que os parâmetros básicos, dentro dos quais os riscos devem ser gerenciados, são definidos e que se norteia todo o escopo do resto do processo. Além disso, é nesta etapa que se definem os critérios contra os quais os riscos serão confrontados e as decisões que serão tomadas (AS/NZS, 2004).
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8 2.1.1. Avaliação de riscos Uma vez definido o contexto em que se dará a gestão e os critérios de referência, o próximo passo é a avaliação dos riscos. Trata-se do processo de verificar se os riscos existentes são toleráveis e se as medidas atuais de controle são adequadas e, caso não forem, verifica-se se
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