Numa função como a acima não temos valor de

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Numa função, como a acima, não temos valor de retorno na declaração return . Aliás, neste caso, o comando return não é necessário na função. Podemos, também, fazer funções que não têm parâmetros: tipo_de_retorno nome_da_função (void); ou, ainda, que não tem parâmetros e não retornam nada: void nome_da_função (void); Um exemplo de funções que usam o tipo void : #include <stdio.h> void Mensagem (void); int main () { Mensagem(); __________________________________________________________________________________ _ CURSO DE C DO CPDEE DA UFMG 50
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printf ("\tDiga de novo:\n"); Mensagem(); return 0; } void Mensagem (void) { printf ("Ola! Eu estou vivo.\n"); } Se quisermos que a função retorne algo, devemos usar a declaração return . Se não quisermos, basta declarar a função como tendo tipo-de-retorno void . Devemos lembrar agora que a função main() é uma função e como tal devemos tratá-la. O compilador acha que a função main() deve retornar um inteiro. Isto pode ser interessante se quisermos que o sistema operacional receba um valor de retorno da função main() . Se assim o quisermos, devemos nos lembrar da seguinte convenção: se o programa retornar zero, significa que ele terminou normalmente, e, se o programa retornar um valor diferente de zero, significa que o programa teve um término anormal. Se não estivermos interessados neste tipo de coisa, basta declarar a função main como retornando void . As duas funções main() abaixo são válidas: main (void) { .... return 0; } void main (void) { .... } Arquivos-Cabeçalhos Arquivos-cabeçalhos são aqueles que temos mandado o compilador incluir no início de nossos exemplos e que sempre terminam em .h . A extensão .h vem de header (cabeçalho em inglês). Já vimos exemplos como stdio.h , conio.h , string.h . Estes arquivos, na verdade, não possuem os códigos completos das funções. Eles só contêm protótipos de funções. É o que basta. O compilador lê estes protótipos e, baseado nas informações lá contidas, gera o código correto. O corpo das funções cujos protótipos estão no arquivo-cabeçalho, no caso das funções do próprio C, já estão compiladas e normalmente são incluídas no programa no instante da "linkagem". Este é o instante em que todas as referências a funções cujos códigos não estão nos nossos arquivos fontes são resolvidas, buscando este código nos arquivos de bibliotecas. Se você criar algumas funções que queira aproveitar em vários programas futuros, ou módulos de programas, você pode escrever arquivos-cabeçalhos e incluí-los também. Suponha que a função 'int EPar(int a)', do segundo exemplo da página c720.html seja importante em vários programas, e desejemos declará-la num módulo separado. No arquivo de cabeçalho chamado por exemplo de 'funcao.h' teremos a seguinte declaração: int EPar(int a); O código da função será escrito num arquivo a parte. Vamos chamá-lo de 'funcao.c'. Neste arquivo teremos a definição da função: int EPar (int a) { if (a%2) /* Verifica se a e divisivel por dois */ return 0; else return 1; } Por fim, no arquivo do programa principal teremos o programa principal. Vamos chamar este arquivo aqui de 'princip.c'.
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