Semateccodeplan 1994 mapa das unidades hidrográficas

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SEMATEC/CODEPLAN (1994). Mapa das unidades hidrográficas do DF. SHAHZAD, F.; GLOAGUEN, R. (2011). TecDEM: A MATLAB based toolbox for tectonic geomorphology. Part 1: Drainage network preprocessing and stream profile analysis. Compu- ters & Geosciences, v. 37, p. 250-260. SOARES, P. C.; PIO FIORI, A. (1978). Lógica e sistemática na análise e interpretação de foto- grafias aéreas em geologia. Boletin geográfico, v. 258/259, p. 35-59. SPEIGHT, G. J. (1976). Landform pattern description from aerial photographs. Photogram- metria, v. 32, p. 161-182. TERRACAP (2010). Base cartográfica digital 1:10.000 do Distrito Federal. TUCKER, G. E.; CATANI, F.; RINALDO, A.; BRAS, R. L. (2001). Statistical analysis of drai- nage density from digital terrain data. Geomorphology, v. 36, p. 187-202. ZãVOIANU, I. (1978). Morphometry of drainage basins. 2 nd ed. Amsterdam, Holanda: Else- vier. 251 p.
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Capítulo 22 Análise e gestão do risco Hernán Eduardo Martínez Carvajal Jorge Esteban Alarcón Guerrero André Pacheco de Assis 1 Introdução Foi na década de 1950 que, pela primeira vez, propôs-se um modelo para a estimação do risco (MENG et al ., 2010). Somente em 1975, com o Rasmussen Report (U. S. NUCLEAR REGULATORY COMMISSION, 1975), foi apresentada a primeira metodologia PRA ( Pro- babilistic Risk Analysis ) desenvolvida para a indústria nuclear, constituiu-se na semente que gerou a forma como hoje é vista a análise do risco. Entretanto, na engenharia civil, somente nas últimas duas décadas tem sido comum a inclusão completa ou parcial da gestão do risco em diferentes tipos de problemas. As aplica- ções mais comuns referem-se: ao zoneamento sísmico; aos estudos de gestão do território, tais como zoneamentos de encostas em relação aos problemas de escorregamentos ou aos zo- neamentos de regiões de inundação, e aos estudos de planejamento e administração urbana. Porém, há alguns trabalhos que visam à gestão do risco em algumas obras de grande porte, tais como barragens e túneis. Em termos gerais, obtém-se maior sucesso na gestão do risco aplicada ao primeiro grupo do que ao segundo. No último, o tema risco é um tema relativa- mente novo. Cabe neste momento abrir espaço para incluir algumas definições clássicas que permiti- rão esclarecer o significado dos diferentes termos usados neste capitulo. A Ameaça (A) é defi- nida como a situação ou condição que apresenta um potencial de prejuízo humano, de danos à propriedade, de danos ao meio ambiente, de perdas econômicas ou atrasos na finalização da obra. O Risco (R) é a combinação da frequência de ocorrência de uma ameaça determinada e as consequências de sua ocorrência. Tais consequências, de forma geral, são consideradas dentro do que se conhece como vulnerabilidade (V), na qual estão envolvidos tanto o concei- to de grau de exposição como o de fragilidade. Como definições derivadas das anteriores aparecem: (i) Análise do risco (AR), que não é outra coisa mais que o processo estruturado no qual é identificada a probabilidade e exten- são das consequências adversas geradas por uma dada atividade; por outra parte está a (ii)
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