Formação florestal formações arbóreas em

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Formação Florestal Formações arbóreas em estágio evoluído de sucessão ecológica. Floresta estacional, ombrófila, dentre outras. Formação Savânica (Cerrado) Formação de estrato graminoso, com dossel descontínuo de árvores e arbustos espalhados. Solo Exposto Áreas degradadas, que perderam sua resiliência ecossistêmica, necessitando de medidas de recuperação para a estabilização do sítio. Entretanto, nem todo solo exposto é resultado de degradação antrópica direta . Área Minerada Áreas que sofreram os vários tipos de atividades de extração mineral (lavra, garimpo, etc.). Aterro Sanitário Local de disposição final de resíduos sólidos. Estação de Tratamento de Esgoto Infraestrutura de tratamento de águas residuais domésticas e industriais. Cemitério Área comumente mapeada como classe de área urbana para sepultamento de cadáveres e restos mortais. Aeroporto Área para atendimento de serviços de decolagem e aterrissagens de aeronaves. Via Principal Áreas pavimentadas que ligam e comunicam a malha urbana. Água, Lago e Lagoa Águas interiores passíveis de mapeamento. Nuvem Ar resfriado em ponto de orvalho, formando gotículas de água e gelo, que afetam a visibilidade e quantificação de feições na imagem. Fonte: alterado de Almeida Filho e Almeida (2001), Almeida e Freitas (1996), IBGE (2006), IBGE (1992), Ribeiro e Walter (1998). (continuação)
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Tópicos sobre infiltração: teoria e prática aplicadas a solos tropicais 192 Figura 2. Nomenclatura de tipologia de uso e cobertura do solo, aplicada para o mapeamento em Aná- polis, GO (modificado e baseado em Heymann, 1994, citado por IBGE, 2006). Figura 3. Mapa de uso e cobertura do solo de Anápolis, do ano de 2010.
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Análises de cenários de suscetibilidade a inundações e alagamentos 193 Figura 4. Fluxograma do processamento dos dados adotado para o Mapa de Uso e Cobertura do Solo de 2010. 2.3 Hipsometria A hipsometria é uma característica morfométrica essencial para a busca das causas de inundação. Segundo Guerra e Guerra (2006), a hipsometria é a representação das feições de elevação topográfica do terreno, por meio das isoípsas ou curvas de nível, com referência ao nível do mar, adotando cores convencionais. O mapa de hipsometria utilizado foi obtido do trabalho de Jesus (2011) e suas classes variam entre 855 m e 1.165 m. 2.4 Declividade O mapa clinográfico (declividade) mostra a inclinação das vertentes e encostas, poden- do ter dimensão de graus ou porcentagem. Diversos autores adotam vários intervalos de clas- sificações de declividade. O mapa clinográfico utilizado no presente estudo foi obtido de Jesus (2011), que adotou classes com intervalos de: 0 a 2%; 2 a 5%; 5 a 10%; 10 a 15%; 15 a 20%; 20 a 30%; 30 a 45% e maior que 45%. 2.5 Área de fluxo acumulado e distância de drenagem A imagem ASTER-GDEM ( Advanced Spaceborne Thermal Emission and Reflection Ra- diometer Global Digital Elevation Map ), de 30 m de resolução espacial, que resultou em cur-
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Tópicos sobre infiltração: teoria e prática aplicadas a solos tropicais 194
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