Tes provavelmente participaram ativamente das

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tes provavelmente participaram ativamente das remessas de recursos, mos- trando que a vulnerabilidade do país a um ataque especulativo nªo decor- ria apenas do montante de recursos externos que havia entrado previa- mente no país (de curto e de longo prazos), podendo ocorrer em funçªo da fuga de ativos domØsticos, mesmo na presença de controles de capital.
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107 3. PCJ e PDJ no caso brasileiro e suas 3. relaçıes com o fluxo de capitais: uma 3. anÆlise empírica Neste capítulo investigamos as relaçıes da PCJ e da PDJ (cupom ex- post ) com o fluxo de capitais. Iniciamos com a definiçªo das variÆveis e exploramos diversas formas de investigar a questªo, começando pela anÆ- lise univariada das sØries e chegando nas regressıes com o objetivo de modelar o fluxo de capitais. Concluímos que os desvios da PCJ e da PDJ sªo transitórios e que ambas revertem à mØdia, mas que a PCJ reverte mais rÆpido que a PDJ. Por fim, investigamos rapidamente o mercado de câm- bio, para testar a existOEncia de um viØs de previsªo no mercado futuro, rejeitando a HNAV para o período posterior ao Plano Real. 3.1. Investigaçªo da PCJ e da PDJ no caso brasileiro Nesta seçªo buscaremos investigar formalmente a eventual existOEncia de oportunidades de arbitragem coberta ao longo da dØcada de 90, ou se a tendOEncia observada de significativa entrada de capital decorreu de ou- tras variÆveis, principalmente a disposiçªo dos participantes do mercado de correr o risco de câmbio ao aplicar recursos no Brasil. Mesmo que a paridade coberta vigore, Ø provÆvel que tenha existido uma expectativa de lucros sem cobertura cambial, ou seja, a percepçªo de que seria possível obter um lucro ex-post correndo risco cambial. Conforme vimos na seçªo anterior, essa possibilidade nªo Ø remota, dada a forte reduçªo do risco de posiçıes descobertas em funçªo da estabilizaçªo do cupom cambial des- coberto em níveis positivos a partir de 1992 e, tambØm, após março de
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108 1995, com a instituiçªo da política de minidesvalorizaçıes cambiais previ- síveis, aliada a um ambiente de relativa estabilidade das condiçıes domØs- ticas e externas, que prevaleceu entre a estabilizaçªo da crise do MØxico no primeiro semestre de 1995 e meados de 1997, apesar dos temores quanto à deterioraçªo das contas externas do Brasil. Tentamos utilizar vÆrias especificaçıes na investigaçªo da PCJ. É co- nhecida a dificuldade de obter sØries de taxa de juros no Brasil de prazo suficiente para comparaçªo com a taxa externa. Apesar de sempre ser pos- sível capitalizar as taxas de curto prazo para um prazo determinado (trOEs meses, por exemplo), tal procedimento nªo Ø exatamente o correto, pois consiste em obter uma taxa de juros ex-post , quando o que interessa mes- mo Ø a taxa de juros ex-ante , isto Ø, a taxa encontrada no mercado no início do período em questªo e que servirÆ como parâmetro da transaçªo por um determinado intervalo de tempo. Isso limita um pouco a anÆlise
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  • Fall '19
  • The Land, São Paulo, Moeda, câmbio flutuante, Taxa de câmbio

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