Nuou a ser entendida como um sistema paralelo ao do

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nuou a ser entendida como um sistema paralelo ao do ensino regular, com a finalidade de superar as dificuldades apresentadas pelos alunos que frequentam esses serviços, por meio de objetivos, conteúdos e avaliação diferenciados, visando ao (re)ingresso desses estudantes no sistema comum, uma situação que dificilmente ocorria. Segundo Bergamo (2009), a concepção integradora reforça a lógica da homogeneidade ao defender níveis de uniformidade para o atendimento aos alunos, obrigando-os a se adaptarem às exigências Nenhuma parte desta publicação poderá ser reproduzida por qualquer meio ou forma sem a prévia autorização da Editora Ibpex. A violação dos direitos autorais é crime estabelecido na Lei nº 9.610/1998 e punido pelo art. 184 do Código Penal.
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46 O estágio no curso de Pedagogia — vol. 1 do sistema educacional, propondo um ensino igual para todos, sem que haja qualquer preocupação com os alunos que ficam à margem do processo de aprendizagem. Entretanto, a diversidade e a heterogeneidade passaram a ser defendidas, pois “as diferenças individuais entre os alunos não apenas são reconhecidas e aceitas, como constituem [...] a base para a cons- trução de uma nova abordagem pedagógica, onde [sic] não há lugar para exclusões e segregações” (Rodrigues, 2003, p. 14). O que se busca, portanto, é um ensino de qualidade que supere a exclusão escolar, por meio de ações pedagógicas significativas, favorecendo o desenvolvimento e a aprendizagem dos alunos. O movimento em prol da inclusão de alunos com deficiência no sistema regular de ensino começou a ser discutido e defendido, em inúmeros países, a partir de meados da década de 1970, desen- cadeando grandes fóruns de debates com repercussão mundial nas décadas seguintes. Ganharam força, a partir desse período, os documentos de cunho internacional que foram elaborados e aprovados, especialmente a partir da Conferência Mundial de Educação para Todos, rea a partir da Conferência Mundial de Educação para Todos, rea- lizada em março de 1990, na cidade de Jomtien, na Tailândia, e da Conferência Mundial sobre Necessidades Educativas Espe da Conferência Mundial sobre Necessidades Educativas Espe- ciais: Acesso e Qualidade, ocorrida em Salamanca, na Espanha em parceria com a Unesco, em junho de 1994, da qual resultou a Declaração de Salamanca. O Brasil esteve presente nesses movimentos e assinou docu- mentos de compromisso público, onde se compromete a tornar o sistema educacional brasileiro inclusivo. Desde então, há muitas Nenhuma parte desta publicação poderá ser reproduzida por qualquer meio ou forma sem a prévia autorização da Editora Ibpex. A violação dos direitos autorais é crime estabelecido na Lei nº 9.610/1998 e punido pelo art. 184 do Código Penal.
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Regiane Banzzatto Bergamo 47 discussões sobre o processo de inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais na rede regular de ensino.
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  • Fall '19
  • Pedagogía, aprendizagem, Aluno, CONHECIMENTO

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