Brocas revestidas com WCC sobre 60 80 100 120 140 300 400 500 600

Brocas revestidas com wcc sobre 60 80 100 120 140 300

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Brocas revestidas com WC/C sobre TiAlN 0 20 40 60 80 100 120 140 300 400 500 600 700 800 900 1000 1100 MC1 MC2 MC3 POTÊNCIA (W) N o DE FUROS Brocas com revestimento multicamadas Figura 5.14 Curvas de potência efetiva de corte na furação de ferro fundido GH190 com brocas de aço rápido com diferentes revestimentos. Outro aspecto a ser observado é a diferença entre o comportamento das médias e dos desvios-padrões dos valores de potência, medidos também na fase na fase de comportamento estável, conforme mostrado na Figura 5.15.
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ASPECTOS TRIBOLÓGICOS DA USINAGEM DOS MATERIAIS Sandro Cardoso Santos Wisley Falco Sales 69 400 420 440 460 480 500 520 540 560 580 600 SR1 SR2 TiN1 TiN2 TiN3 TiCN1 TiCN2 TiCN3 WC/C1 WC/C2 WC/C3 MC1 MC2 MC3 POTÊNCIA (W) Figura 5.15 Valores médios da potência efetiva de corte durante a fase em que ela apresenta pequena variação. Os resultados apresentados na Figura 5.15 permitem verificar que o revestimento multicamadas foi responsável por uma queda entre 9 e 25% da potência efetiva de corte, se comparado com os valores obtidos para as brocas não revestidas. Pode-se destacar, ainda, a repetibilidade dos resultados da potência efetiva de corte para as três ferramentas com revestimentos multicamadas.
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Sandro Cardoso Santos e Wisley Falco Sales CAPÍTULO VI TEMPERATURA DE USINAGEM Em usinagem, praticamente toda a energia consumida é convertida em energia térmica. Somente uma pequena porcentagem (1 a 3%) fica retida no sistema como energia elástica ou é associada à geração de novas superfícies (peça e cavaco). O calor é gerado nas zonas de cisalhamento e conduzido para a peça, para o cavaco e para a ferramenta. O aquecimento da peça durante a usinagem é, na maioria dos casos, considerado benéfico pois implica em redução da tensão de cisalhamento do material. Em algumas situações o aquecimento da peça pode causar problemas dimensionais ou promover transformações de fase nas regiões próximas à superfície e, com isso, modificar as suas propriedades. A porção de calor transmitida à ferramenta é mais problemática. A elevação da temperatura da ferramenta tem como conseqüência a redução da resistência à deformação plástica do material da ferramenta e a criação de condições favoráveis para os mecanismos de desgaste termicamente ativados. As conseqüências da elevação da temperatura sobre a ferramenta de corte resultam na redução de sua vida e na limitação das condições de corte a serem adotadas, principalmente a velocidade de corte e o avanço. Diante dos fatos apresentados, pode-se afirmar que a temperatura de corte é considerada uma das grandezas mais influentes nos processos de usinagem, o que justifica a realização de trabalhos que buscam medir e avaliar as influências da temperatura no desempenho das ferramentas de corte. Medir a temperatura de corte não é uma tarefa fácil, tendo em vista as condições dinâmicas do processo (Bickel, 1963). A interface cavaco-ferramenta é praticamente inacessível o que torna os processos de medição um tanto imprecisos. Na Figura 6.1 são representadas as três zonas distintas de geração de calor durante a usinagem.
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