Turação que causa rápidas deformações devido à

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turação que causa rápidas deformações devido à quebra dos contatos entre as partículas, tem acréscimo da taxa de deformação e termina quando essa taxa atinge um valor máximo (pico), que ocorre entre 0,5 a 9,0 minutos do início das deformações. O segundo processo é caracterizado pelo decréscimo da velocidade de deformação, expulsão da água dos poros durante a consolidação pós-colapso-subsidência. Popescu (1986) estudou loess e argila expansiva da Romênia e dividiu o comporta- mento reológico em dois processos distintos diferentes do descrito por Browzin (1981). Durante o primeiro processo, ocorre o decréscimo na velocidade de deformação com o tempo a qual, consequentemente, em acordo com a teoria de “creep”, é caracterizada como um estágio instável de colapso e expansão. No segundo processo em que ocorre velocidade de deformação constante, é caracterizado por um estágio estável de colapso e expansão. O tempo para o início do segundo estágio no colapso é muito menor do que no processo de expansão. Assim, Popescu (1986) não considerou o primeiro processo observado por Browzin (1981). No solo colapsível de Petrolândia-PE, a variação da velocidade de deformação (Equa- ção 1) com o tempo médio é caracterizada por três estágios (Figura 6). No primeiro, a velocidade de deformação cresce; no segundo, a velocidade de deformação é constante em um ou dois níveis, e no terceiro, a velocidade de deformação cresce com o tempo. Esse comportamento é um pouco diferente do encontrado por Browzin (1981). A diferença bá- sica está no segundo estágio. Browzim (1981) não observa que a velocidade de deformação é constante em determinados intervalos de tempo. A diferença se deve a dois fatores: i) ao maior número de leituras realizadas com menores intervalos de tempo caracterizando me- lhor a curva; ii) a forma de inundar o solo: com controle da vazão de inundação (0,25 ml/s) realizada por Ferreira (1995) e de forma brusca realizada por Browzin (1981). Figura 6. Comportamento reológico – velocidade de deformação de colapso com o tempo para vazão de inundação 0,25 ml/s.
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Tópicos sobre infiltração: teoria e prática aplicadas a solos tropicais 532 3.2 Relação entre a umidade do solo e o processo de colapso A umidade do solo em que o processo de colapso se inicia depende de vários fatores. Ferreira (1995) realizou ensaios edométricos simples no solo de Petrolândia-PE, inundado com vazão de inundação constante de 0,25 ml/s sob diferentes tensões, buscando determinar a umidade e o grau de saturação do solo em quatro condições distintas: no início do ensaio, no início de colapso, próximo ao final do processo de colapso e no final de ensaio. Os resultados são apresentados na Figura 7. A umidade do solo e o grau de saturação iniciais de todos os corpos-de-prova são prati- camente constantes, apresentando valores médios de 1,70% e 7,71%, respectivamente.
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